De escola premiada a zona de guerra

A escola Värnhem, localizada na cidade de Malmö, Suécia, foi premiada por ter recebido e matriculado o maior números de refugiados e imigrantes chegados a Malmö naquele ano. A celebração da diversidade deu-se nos moldes atuais europeus, ou seja, com a ignorância e irresponsabilidade que beiram a inocência de uma mosca que voa para a teia de seu futuro carrasco.

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Entrada da escola Värhem, com arame farpado, catraca e painel de identificação

Um ano depois, no dia 18 de novembro de 2016, a escola teve de fechar as portas por dois dias por conta de brigas violentas entre estudantes, algo que jamais havia acontecido em sua história toda. A briga começou entre estudantes do Oriente Médio e do Afeganistão, alegadamente porque um olhou para a namorada do outro, foi tomando corpo com a chegada de outros estudante, e acabou envolvendo até mesmo a área externa à escola. Três brigas aconteceram durante aquele dia, na Värnhem, e numa delas um estudante foi tão agredido que teve de ser levado ao hospital às pressas numa ambulância. A administração da escola, após consultar a polícia local, decidiu fechar a escola e mandar mais de 2 mil estudantes para casa.

No final de dezembro, após a saída para o recesso de ano novo, a escola havia contabilizado mais de trinta boletins policiais de ocorrência, abrangendo desde o furto de tablets até estupros de alunas. Novamente, algo que jamais havia acontecido em toda a história da instituição. Mas Värnhem não está sozinha. Uma outra escola em Malmö relatou uma “brincadeira” que um grupo de estudantes fez dentro de suas instalações: uma simulação de execução no estilo do ISIS. Uma terceira escola, de nível primário, teve casos de crianças de seis anos de idade abusadas sexualmente.

Como resultado do aumento na violência, a escola Värnhem adotou medidas de segurança bastante incomuns para a realidade sueca: arame farpado sobre as grades, guardas em tempo integral para conter as “rebeliões” e um forte esquema de identificação nos portões de entrada. Muitos professores abandonaram a escola e foram trabalhar em outras cidades, e o desempenho geral dos estudantes caiu consideravelmente.

Assim funciona a esquerda. Brincam com a segurança das pessoas e fazem experimentos irresponsáveis, sempre agindo para satisfazer a agenda do globalismo e do politicamente correto. Este é apenas mais um exemplo de como a falta de critérios na política imigratória pode e vai acabar com a Europa num curto espaço de tempo.

Flavio Quintela é escritor, jornalista e tradutor. É autor dos livros “Mentiram (e muito) para mim” e “Mentiram para mim sobre o desarmamento”.

Medindo resultados (ou não)

Como se mede o resultado de alguma coisa? Depende.

Quando falamos de gente que usa seus próprios recursos para fazer as coisas – leia-se empreendimentos privados – a coisa é bem simples: mede-se o resultado de um projeto da maneira mais direta possível, ou seja, perguntando-se se os objetivos propostos foram alcançados ou não, e decidemiss_ode-se pela manutenção ou extinção do tal projeto com base na resposta a essa pergunta. Trocando em miúdos: não deu certo, está demitido/cancelado/suspenso.

Quando falamos de gente que usa os recursos dos outros para não fazer as coisas – leia-se governo brasileiro – a coisa é incompreensível: não se mede nada, e quando alguém de fora resolve medir e mostrar o fracasso de algum projeto, não acontece nada. Trocando em miúdos: não deu certo, foda-se, vamos continuar fazendo do mesmo jeito.

Um caso ocorrido ontem em SP (veja matéria do G1 em http://goo.gl/xcaGyi) exemplifica muito bem esse comportamento em relação à segurança pública. Dois adolescentes armados fizeram arrastão num vagão de metrô e acabaram atirando em um padre. É a falência completa de duas políticas defendidas a todo custo por petistas, tucanos e outros lixos de esquerda: o desarmamento e a maioridade penal. Os resultados ruins aparecem dia após dia, e nada é feito para mudá-los. Ninguém é demitido, nenhuma lei é modificada, nenhum projeto é cancelado – tudo continua da mesma maneira, e o processo se retroalimenta negativamente.

Espero realmente que a única iniciativa atualmente em andamento para mudar alguma coisa nessa falência toda, o PL 3722, seja aprovado na Câmara. O trabalho de reunir as evidências desses resultados negativos eu já fiz com o Bene​, e nosso livro tem aparecido nas mãos de diversos políticos ultimamente. O seu deputado, aquele em que você votou no ano passado, precisa saber que vai perder o seu voto caso seja contra esse projeto de lei. A hora de mudar já passou faz muito tempo. Se você concorda com isso, faça sua parte: encha o saco dele(a) incansavelmente.

Flavio Quintela é escritor e tradutor de obras sobre política e filosofia, e autor dos livros “Mentiram (e muito) para mim” e Mentiram para mim sobre o desarmamento”.