Coluna do adeus

Artigo publicado na Gazeta do Povo de Curitiba, seção Opinião, coluna Flavio Quintela, em 19 de janeiro de 2017.

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Adeus a Obama. Melhor, adeus a Barack Hussein Obama II.

Adeus ao mais infame dos presidentes americanos e à sua infame equipe.

Adeus ao vice-presidente, Joe Biden, e aos seus discursos que ninguém queria realmente ouvir.

Adeus ao secretário de Estado, John Kerry, e à sua postura covarde diante de um mundo perplexo com a expansão do terrorismo islâmico.

Adeus ao secretário do Tesouro, Jack Lew, e à política fiscal desastrosa que quase dobrou a dívida pública americana nos últimos oito anos.

Adeus ao secretário de Defesa, Ashton Carter, e ao seu descaso para com as forças armadas.

Adeus a Loretta Lynch, que conduziu o Departamento de Justiça mais injusto das últimas três décadas.

Adeus aos programas falidos deste governo que acaba nesta quinta-feira, programas cujo único propósito era transformar os Estados Unidos da América em uma nação de gente dependente do Estado.

Adeus ao Obamacare.

Adeus à distribuição sem critérios de food stamps, o Bolsa Família dos EUA.

Adeus ao antissemitismo como modo oficial de conduta.

Adeus à leniência para com traficantes de drogas.

Adeus ao perdão a bandidos perigosos e assassinos de policiais.

Adeus à instigação de negros contra brancos e de brancos contra negros.

Adeus ao apoio a grupos e organizações criminosas como Planned Parenthood e Black Lives Matter.

Adeus ao antipatriotismo na condução do país.

Adeus ao globalismo.

Adeus ao desrespeito aos milhões de imigrantes legais que fizeram desta nação a mais rica e mais livre do mundo.

Adeus ao desarmamentismo e às tentativas de destruir os pilares constitucionais que garantem a todo cidadão o direito de se defender contra criminosos e contra governos despóticos.

Aproveitando o tema e abrindo um parêntese, adeus à liberdade de expressão na rede social de Mark Zuckerberg. No início desta semana, me deparei com um comentário de um amigo dizendo que o Facebook estava bloqueando automaticamente qualquer texto que contivesse as palavras “veado”, “bicha”, “boiola” e similares. Não acreditando, fiz eu mesmo um texto de teste com duas dessas palavras. Menos de cinco minutos depois, o texto foi removido por “infringir as políticas do Facebook”. Pouco tempo atrás, escrevi nesta coluna semanal sobre o uso da novilíngua no jornalismo brasileiro. Parece que mais uma das profecias de Orwell, a supressão de palavras não aprovadas pelo “regime”, acaba de se tornar realidade. Hoje é o Facebook apenas apagando um texto e suspendendo a conta do “culpado”; amanhã pode se transformar em crime sujeito a pena de encarceramento. Fecha parêntese.

Nesta sexta-feira começa o mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. A imprensa brasileira, em sua maioria, procura passar a imagem de catástrofe mundial sem precedentes, e não está sozinha nesse esforço. O clima chega a ser folclórico aqui na América: há relatos de garotas adolescentes preocupadíssimas porque alguém disse que o novo presidente tirará o direito de voto das mulheres; de estudantes universitários sendo dispensados das aulas para se recuperarem do choque da vitória de Trump; de ambientalistas desesperados com a hecatombe climática que o novo governo trará ao mundo, dentre outras lendas urbanas espalhadas pelo vasto arsenal de comunicação que nos une atualmente. Para esse pessoal, Trump é um tipo de Magneto ou Lex Luthor, o vilão diabólico; para outros ele é o Sauron moderno, a encarnação do mal (mas sem os anéis). Eu, que lhes disse nesta mesma coluna, um mês antes da eleição, que Donald Trump seria eleito, digo também que não há razão para preocupações desse tipo. O novo presidente tem tudo do que precisa para colocar os Estados Unidos de volta nos trilhos, amparado por uma maioria consistente nas duas casas legislativas e uma sólida base conservadora na maioria dos estados. Se fizer metade do que prometeu, Trump poderá entrar para a história como um dos maiores presidentes americanos. Seus maiores inimigos, hoje, estão dentro do Partido Republicano. Espero que ele tenha habilidade para domá-los ou reverter sua oposição.

No mais, agora é torcer para o melhor resultado possível. Afinal, o que se faz aqui afeta não só os americanos, mas também os brasileiros e o restante do mundo. Aguardemos os primeiros 100 dias do novo governo.

Flavio Quintela é escritor, jornalista e tradutor. É autor dos livros “Mentiram (e muito) para mim” e “Mentiram para mim sobre o desarmamento”.

Obama, o birrento

Artigo publicado na Gazeta do Povo de Curitiba, seção Opinião, coluna Flavio Quintela, em 5 de janeiro de 2017.

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Nos regimes democráticos há um pressuposto básico de que todo governo é medido e avaliado por seu povo através do voto. Em outras palavras, se está bom, fica; se está ruim, vai embora. Por esse critério somente, Barack Obama já pode ser considerado um dos piores presidentes da história americana. Quando ele assumiu a presidência, em 2009, os democratas tinham uma maioria consistente no Senado (58 das 100 cadeiras), uma maioria acachapante no Congresso (256 das 441 cadeiras) e 28 governos estaduais. Quase oito anos depois, o estrago é considerável: o partido do presidente perdeu 63 cadeiras no Congresso e dez no Senado – agora é minoria nas duas casas –, além de 12 governos estaduais.

Ao leitor que costuma se informar pelos grandes portais de notícias do eixo Rio-São Paulo, essa situação pode parecer incompreensível, já que Obama é sempre mostrado e descrito como o melhor presidente que a América já teve, um exemplo a ser seguido, um líder moderno para o mundo caótico em que vivemos. Os americanos, que viveram oito anos sob o governo de um homem que não passa de uma versão intelectualmente melhorada e substancialmente mais perversa de Lula, não esconderam sua insatisfação e escorraçaram os democratas em todas as instâncias do poder político.

Ciente de tudo isso, Obama resolveu marcar seus últimos dias na Casa Branca com uma série de medidas perniciosas. A grande mídia, sempre favorável ao seu governo, tem descrito essa atitude como “o esforço de Obama para marcar seu legado”. A verdade está longe disso. Obama está usando a tática do inquilino raivoso, e pretende deixar a casa no pior estado possível para o próximo ocupante. É por isso, e somente por isso, que ele e os democratas estão enfiando barbaridades goela abaixo do povo americano. Destaco sete delas a seguir.

A expulsão de oficiais diplomáticos russos dos Estados Unidos e outras sanções alegadamente impostas em resposta à ação de hackers russos durante a eleição presidencial deixou muita gente de cabelo em pé em todo o mundo. O clima de Guerra Fria requentada só não ficou mais perceptível porque Putin e o restante da liderança russa sabem muito bem que Obama agiu como um fanfarrão, apenas para desestabilizar o novo governo. Tanto que a embaixada russa no Reino Unido publicou a seguinte mensagem em sua conta oficial do Twitter: “O presidente Obama expulsa 35 diplomatas russos, num deja vu da Guerra Fria. Assim como todo mundo, incluindo o povo americano, ficaremos felizes em ver o fim dessa administração infeliz”.

No Oriente Médio, além de nunca ter conseguido avançar um centímetro sequer em direção à paz entre Israel e Palestina, Obama endossou uma resolução absurda da ONU que condena novos assentamentos judeus na região. A posição de Obama é completamente contrária ao histórico de apoio que os EUA sempre tiveram para com Israel. A resposta de Trump não poderia ter sido melhor: “Vamos ver o que acontece depois de 20 de janeiro, certo? Acho que vocês vão ficar bem impressionados”.

Os democratas trabalharam como nunca em 2016 para aumentar o número de inscritos no Obamacare, o fracassado programa de saúde de Obama. Conseguiram a marca de 6,4 milhões de americanos inscritos, 400 mil a mais do que em 2015. A lógica que eles usaram é muito simples: quanto mais gente inscrita, mais difícil será para o próximo governo acabar com o programa. Mais uma mina explosiva no terreno de Trump.

Fazendo uso de uma lei obscura da década de 1950, Obama proibiu a exploração de petróleo em diversas partes do Ártico e do Oceano Atlântico. A coisa foi feita de modo a dificultar ao máximo uma reversão da medida pelo governo Trump. Dá até para imaginar o presidente raivoso falando com sua equipe: “Não me importa quantos anos tenha a lei, nem que ela nunca tenha sido usada. Façam o que for preciso para ferrar aquele cara”.

Obama ainda desmantelou um programa de rastreamento de imigrantes muçulmanos que havia sido estabelecido no governo Bush, o National Registry. O programa estava parado desde 2011, mas sua estrutura permanecia intacta, e Trump planejava usá-la para algumas de suas políticas antiterrorismo ligadas ao islamismo radical. Agora, caso queira montar algo parecido, o presidente eleito precisará criar tudo do zero novamente.

O presídio de Guantánamo sempre abrigou alguns dos piores criminosos capturados pelas forças policiais americanas. Obama, como todo esquerdista de coração, morre de amores por criminosos, e já colocou em andamento a transferência de até um terço dos 58 presos atuais para seus países de origem, onde poderão desfrutar de condições muito melhores e, quem sabe, voltar a cometer atentados e assassinatos.

E, ainda com relação ao seu amor profundo pelos bandidos, Obama já reduziu a sentença de mais de mil criminosos do tráfico de drogas e concedeu clemência a 231 criminosos em um único dia, 19 de dezembro de 2016. É praticamente a Maria do Rosário de cabelo curtinho, terno e gravata.

Fazia muito tempo que o mundo não via uma transição presidencial tão suja como a de Barack Obama. Mesmo no Brasil, onde Dilma saiu por impeachment – uma situação bem mais traumática que uma derrota eleitoral –, as birras se resumiram a roubar objetos de decoração e fazer papel de bobo nas redes sociais. A história se encarregará de colocar Obama ao lado de outros infames que já ocuparam o mesmo cargo. Ao agir de forma diametralmente oposta ao que a população de seu país espera, ele pavimenta cada vez mais seu caminho para o almejado título de pior presidente da história dos Estados Unidos. Carter, Nixon e Buchanan que se cuidem.

Flavio Quintela é escritor, jornalista e tradutor. É autor dos livros “Mentiram (e muito) para mim” e “Mentiram para mim sobre o desarmamento”.

A força da Segunda Emenda

Artigo publicado na Gazeta do Povo de Curitiba, seção Opinião, coluna Flavio Quintela, em 22 de setembro de 2016.

Volta e meia tenho de revisitar o assunto do desarmamento, pois a mídia e as organizações de esquerda insistem em atacar o direito à legítima defesa armada dos cidadãos. Dentre as falácias mais utilizadas por aqueles que defendem o desarmamento estão as menções ao caso australiano – sempre citando o país como exemplo mundial de uma política desarmamentista eficiente – e ao crescente apoio popular dos cidadãos americanos às políticas de restrição de posse e porte de armas. É claro que tudo não passa de mentiras.

Falemos um pouco do caso australiano. Barack Obama e Hillary Clinton são dois entusiastas do modelo de desarmamento utilizado pelo governo da Austrália, em vigor há quase 20 anos. Dizem eles e outros defensores do desarmamento que a terra dos cangurus e coalas experimentou uma diminuição excepcional nos casos de mortes por armas de fogo depois que as novas leis foram aprovadas, e que isso é evidência suficiente para que se busque a aprovação de leis semelhantes nos Estados Unidos e em outros países do mundo. O que eles não mencionam é que, apesar das quase 700 mil armas retiradas das mãos de cidadãos obedientes à lei, o número de crimes com armas de fogo na região de Melbourne dobrou nos últimos cinco anos. Também deixam passar o fato de que o número de pessoas pegas com armas ilegais em mãos quintuplicou no mesmo período, evidência de que a regra máxima dos criminosos continua em vigor: quem não respeita a lei não está nem aí para proibições de compra ou porte de armas. Criminosos não entram em lojas para comprar armas, e é justamente por isso que as leis de controle e banimento de armas só prejudicam os cidadãos de bem.

E o que dizer sobre o apoio popular dos americanos às leis de desarmamento? Uma passada de olhos nos principais canais televisivos e portais de notícias deixa evidente que grande parte da mídia americana assume uma posição claramente contrária à Segunda Emenda da Constituição americana, aquela que declara que “sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido”. Pois bem, apesar de todos os ataques de políticos democratas à referida emenda, o povo americano continua a apoiar o armamento como direito básico do cidadão livre. Uma pesquisa da Pew Research divulgada em agosto deste ano mostra que a maioria dos americanos quer proteção ao direito de possuir armas, e apenas um terço dos participantes acredita que “possuir uma arma piora a segurança de uma pessoa”. A pesquisa também mostra que o apoio ao banimento das armas de assalto – um termo controverso e geralmente mal compreendido pelo público leigo – caiu de 57% para 52% no último ano, mostrando que a campanha obamista (que inclui até chorar de mentirinha) para banir fuzis e outras armas “de assalto” não tem surtido o efeito esperado, principalmente num momento em que os governos em todo o mundo fracassam em proteger seus cidadãos de terroristas e criminosos.

No front legal, as vitórias da Segunda Emenda continuam a superar suas derrotas com folga. Recentemente, o Senado do Missouri aprovou a lei SB 656, que torna aquele o 11.º estado americano a permitir o porte oculto de arma sem necessidade de licença especial – somente neste ano outros três estados já haviam aprovado leis semelhantes: Idaho, Mississippi e West Virginia. O governador democrata, Jay Nixon, vetou a lei, mas seu veto foi derrubado pela câmara legislativa. No ano de 2016 já foram aprovadas 44 leis favoráveis ao armamento e apenas 13 contrárias (sendo que nove delas foram aprovadas na Califórnia, o estado mais desarmamentista da federação). Isso significa que os legisladores estaduais, aqueles mais próximos dos eleitores e mais suscetíveis à pressão do voto popular, estão propondo e aprovando leis que protegem o direito do cidadão de ter e portar sua arma.

Quanto ao Brasil, não existe hoje uma pesquisa com a abrangência e qualidade da Pew Research sobre o tema. Mas existem muitas evidências de que a maioria da população brasileira quer a revogação do Estatuto do Desarmamento e o retorno de seu direito básico de legítima defesa armada: enquetes feitas pelo Senado Federal, pesquisas eletrônicas em grandes portais e outros tipos de consultas de opinião têm mostrado um grande apoio do povo brasileiro a qualquer iniciativa que facilite a compra e posse de armas por cidadãos de bem. O povo, ao contrário dos pseudointelectuais, políticos, jornalistas e artistas de meia tigela que defendem o desarmamento, sabe que a polícia nunca está em todos os lugares, e que é imoral tirar de um cidadão a possibilidade de defender sua família contra criminosos. Quem não tem carro blindado e seguranças particulares que atire a primeira pedra.

Flavio Quintela é escritor, jornalista e tradutor. É autor dos livros “Mentiram (e muito) para mim” e Mentiram para mim sobre o desarmamento”.

Precisa-se de um republicano

Artigo publicado na Gazeta do Povo de Curitiba, seção Opinião, coluna Flavio Quintela, em 23 de setembro de 2015.

23092015-ILUSTRA-Quintela-k5TH-U101737597357ZfH-1024x1056@GP-WebA política norte-americana tem influência global. Ponto. Não obstante, poucos são os brasileiros que a acompanham de perto, e são raríssimas as ocasiões em que a mídia nacional a retrata sem viés ideológico. Na maioria das vezes são divulgadas informações erradas e absurdas, como a de que os Estados Unidos não têm partidos políticos de esquerda, ou de que o governo de Barack Obama tem sido ótimo tanto para os americanos como para o mundo.

A realidade não poderia ser mais distante disso: os últimos seis anos e meio de governo democrata, o partido da esquerda americana, enfraqueceram os EUA e tornaram o mundo um lugar mais perigoso e menos livre. O presidente Obama tem colocado em prática uma política externa desastrosa, retirando a presença e a influência americana de várias regiões críticas, como o Oriente Médio, o Leste Europeu e o Mar da China Oriental, e deixando que jogadores sem nenhum apreço pela liberdade – leia-se Vladimir Putin, Estado Islâmico, China e Irã – cresçam em demasia no tabuleiro mundial. Além disso, ele promoveu recentemente uma reaproximação com Cuba, premiando a ditadura dos Castro com os benefícios da suspensão de várias restrições econômicas, algo que só deixará o patrimônio de Fidel, o líder comunista que figura há uma década entre os governantes mais ricos do mundo, ainda maior que seu atual US$ 1 bilhão.

Quando o assunto é política interna, o desastre continua. Os mandatos de Obama foram marcados pelo uso excessivo de medidas executivas, pelo desrespeito ao Poder Legislativo, pelo estímulo à imigração ilegal, pelas tentativas de cerceamento da liberdade individual, pelas investidas contra o armamento civil, pelo apoio irrestrito ao aborto, pela implementação de programas assistencialistas e pela invasão sistemática da privacidade do povo americano. Sob seu governo, os Estados Unidos deixaram de ser um farol de liberdade para o mundo; estão mais para um farol da agenda esquerdista, aquela que busca a destruição da família, o abandono dos valores judaico-cristãos, o crescimento sem limites do Estado e o fim das liberdades individuais.

Com uma tremenda força econômica, política e militar, a nação mais poderosa do mundo é capaz de impulsionar qualquer tipo de tendência. O mundo precisa que, em 2016, os democratas deixem o poder. O que aconteceu com o Brasil, que endossou oito anos de governo Lula com mais dois mandatos e acabou mergulhando numa crise seríssima por conta da incompetência e corrupção do governo Dilma, será apenas um aperitivo do que pode acontecer ao mundo se o Partido Democrata continuar comandando os Estados Unidos da América. O cardápio que eles trazem para os próximos quatro anos inclui o desequilíbrio cada vez maior do poder, o fortalecimento de governos despóticos, a diminuição da liberdade, o perigo de um Irã com armamento nuclear, o fortalecimento de Rússia e China e de seus métodos de domínio nada democráticos, o enfraquecimento e a islamização da Europa, e a provável ascensão do Estado Islâmico ao topo da lista de ameaças a cada cidadão livre do mundo.

Os republicanos têm candidatos excelentes para as eleições do próximo ano. Carly Fiorina, Jeb Bush, Marco Rubio, Ted Cruz e Ben Carson, que lideram as pesquisas de preferência ao lado de Donald Trump, são ótimas opções para o cargo mais importante do planeta. Suas vidas públicas e suas propostas de governo são pautadas pelo respeito às liberdades individuais, aos direitos à vida e à propriedade privada, e à soberania do indivíduo sobre a do Estado. Esta soberania, tão em falta nos dias de hoje, é a única força capaz de salvar a humanidade de um período de trevas, um em que a força dos governos solapará por completo o indivíduo, nos levando a um estado de coisas muito próximo ao de distopias como Admirável mundo novo , de Aldous Huxley, e 1984 , de George Orwell. O mundo precisa urgentemente de um republicano.

Flavio Quintela é escritor, jornalista e tradutor. É autor dos livros “Mentiram (e muito) para mim” e Mentiram para mim sobre o desarmamento”.