Mentiram para mim sobre o desarmamento

CapaMentiramDesarmamentoLogo mais, no mês que vem, estarei no Brasil para lançar meu segundo livro, desta vez em co-autoria com o grande amigo e presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa. O livro está muito bom, cheio de referências e argumentos para acabar com as falácias dos desarmamentistas. Nesta semana já começou a pré-venda nas lojas virtuais da Saraiva e Cultura, e em breve divulgaremos a lista de cidades que receberão um evento de lançamento.

Como no livro que deu origem a esta série, o Mentiram (e muito) para mim, as informações falsas e mentirosas que são divulgadas pela mídia,pelo governo e pelas organizações desarmamentistas são refutadas uma a uma no corpo de cada capítulo. Desta vez o tema principal é nada menos que um dos direitos fundamentais do indivíduo: o de defender a si mesmo e sua família. Num país como o Brasil, onde morrem 60 mil pessoas por ano assassinadas, esse direito é mais do que apenas importante, é imprescindível.

Confira os títulos de cada capítulo:

CAPÍTULO I – Mentira: o governo quer desarmar as pessoas porque se preocupa com elas

CAPÍTULO II – Mentira: as armas matam

CAPÍTULO III – Mentira: países desarmados são mais seguros

CAPÍTULO IV – Mentira: as armas dos criminosos vêm das mãos dos cidadãos de bem

CAPÍTULO V – Mentira: as armas são produzidas apenas para matar

CAPÍTULO VI – Mentira: armas causam muitos acidentes caseiros e matam crianças

CAPÍTULO VII – Mentira: as armas precisam ser controladas para facilitar a solução de crimes

CAPÍTULO VIII – Mentira: o desarmamento tem diminuído a criminalidade no Brasil

CAPÍTULO IX – Mentira: qualquer cidadão de bem pode comprar e possuir armas no Brasil

CAPÍTULO X – Resumindo as verdades

APÊNDICE 1 – PNDH: um plano ditatorial travestido de justiça

APÊNDICE 2 – Estatuto do Desarmamento versus Referendo de 2005

Gostou? Então fique ligado! Siga minha página pessoal do Facebook (clique aqui para acessá-la) e a página do Bene (clique aqui para acessá-la) para receber as novidades sobre os lançamentos e eventos de autógrafos.

 

Convite para o lançamento do livro “Mentiram (e muito) para mim”

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Convido você para um dos eventos de lançamento do meu livro, “Mentiram (e muito) para mim”, que acontecerão nos seguintes locais e datas (clique no nome da cidade para ter acesso ao evento no Facebook):

  • São Paulo – 1 de abril: a partir das 18h30 na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis;
  • Rio de Janeiro – 3 de abril: a partir das 19h00 na Livraria Cultura do Fashion Mall;
  • Curitiba – 5 de abril: a partir das 15h00 na Livraria Danúbio, no Batel;
  • Campinas – 8 de abril: a partir das 19h30 na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi Campinas.

Teremos ainda uma palestra online no dia 7 de abril, às 20h00, onde serão sorteados dois livros ao vivo. Para participar basta se cadastrar aqui, e no dia do evento acessar o site da Editora Vide para pegar o link da palestra.

Veja o texto da orelha do livro, escrito por Rodrigo Constantino:

Quem nunca teve um professor socialista na vida, que desde cedo difundiu mentiras tentando influenciar sua visão de mundo? Eu me lembro perfeitamente do meu, de história, chamado Guilherme. Foi o primeiro grande mentiroso que tentou me enganar com a ladainha marxista.

Flavio Quintela, neste pequeno grande livro, começa com sua própria experiência escolar para discorrer sobre as várias mentiras que escutou ao longo da vida: o conceito de “mais valia”, fazendo ricos se sentirem exploradores; a ideia de que não existem mais direita e esquerda, mentira que atende apenas aos interesses esquerdistas; a falácia de que o PSDB seria um partido de direita (aquela que nem existe mais, não custa lembrar); o ataque às intenções da direita, como se todos os conservadores fossem “fascistas”, “xenófobos” ou “homofóbicos”; a inversão de que o legado da civilização ocidental é a opressão do homem branco, em vez de a ampla liberdade conquistada com forte influência dos valores judaico-cristãos; a noção de que o nacional-socialismo de Hitler tem mais a ver com a direita conservadora do que com a esquerda revolucionária; a visão de que todo bandido é uma vítima da sociedade; etc.

Enfim, é mentira “a dar com o pau”. Como lutar contra tantos falsários? Ora, fazendo isso que o Flavio está fazendo. Afinal, como o autor reconhece, o indivíduo faz diferença. E se os honestos se calarem, os mentirosos terão o caminho livre para disseminar mais e mais mentiras. Isso não podemos permitir!

E também o prefácio, escrito por Paulo Eduardo Martins:

Na Era da Mediocridade, onde se vê a consagração dos idiotas e a supremacia dos cretinos, a busca pela verdade por aqueles que se recusam a fazer parte do time supracitado requer não apenas autonomia intelectual, percepção e sensibilidade, essas coisas todas que fazem a pessoa enxergar os fatos como eles são. Requer além de tudo coragem para dizê-la.

Coragem é um pressuposto para fazer de alguém um lutador, e na tal Era da Mediocridade dizer a verdade é entrar numa luta. O que deveria ser motivo de aplauso é encarado pela mentalidade predominante como uma afronta, um escárnio.

Acostumados a pregar sem encontrar contestação, ficam atordoados quando se deparam com a argumentação da nova intelectualidade que começa a surgir no país, resultado direto do trabalho do professor Olavo de Carvalho.  É um grupo ainda pequeno, mas bem treinado e que bate forte com a mão direita.

A reação do establishment esquerdista é duríssima e conta com um repertório de golpes que não observa nenhum tipo de regra e persegue simplesmente o seu objetivo: destruir completamente aquele que ousou desmontar a sua fraude intelectual. É isso: o cenário cultural brasileiro foi transformado em um ringue.

Flavio Quintela é um desses jovens que resolveram entrar no ringue e lutar. Apresenta-se ao público muito bem preparado com o seu Mentiram (e muito) para mim, obra em que, como o leitor verá em seguida, ataca diversas das mentiras fundamentais cravadas na mente do brasileiro, ao longo de décadas, pelo festejado trio formado por medíocres, idiotas e cretinos.

Em um dos capítulos, Quintela trata de acabar com a mentira fundamental que serve de pilar de sustentação para todas as outras, aquela que diz que “a verdade não existe”. De forma rápida e direta, a relativização da verdade é esmigalhada, e assim o autor convida o leitor a ocupar um local da platéia em que ele consegue ver a luta do melhor ângulo possível. Nesse ambiente, torna-se um VIP.

A verdade não está na cabeça de cada um e o PSDB é um canhoteiro com classe.  É assim! Flavio golpeia e desmonta as principais falácias estabelecidas com tamanha precisão e impiedade que chega a cometer um breve deslize: as divisões do livro são chamadas de capítulos, quando seria mais adequado chamá-las de rounds.

De nocaute em nocaute, Mentiram (e muito) para mim é daquelas obras que estabelecem um marco; um antes e depois na vida de quem se dispõe a sair de sua cômoda convivência com as mentiras estabelecidas para confrontá-las com a verdade, sem medo de descobrir qual é o seu próprio papel nessa história.  É um trabalho capaz de fazer o sujeito tirar o sorvete da testa ou até parar de babar na gravata. Pegue o lenço e boa leitura.

E por último, veja a lista de capítulos da obra:

CAPÍTULO I – COMEÇAM A MENTIR DESDE MUITO CEDO PARA NÓS: A MAIS-VALIA

CAPÍTULO II – A MENTIRA MAIS VORAZ: A DE QUE A PRÓPRIA VERDADE NÃO EXISTE

CAPÍTULO III – MENTIRAM DE NOVO: A FESTA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA

CAPÍTULO IV – MENTINDO SOBRE IDEOLOGIA: NÃO EXISTE MAIS DIREITA OU ESQUERDA

CAPÍTULO V – MENTIRINHA: O PSDB É UM PARTIDO DE DIREITA

CAPÍTULO VI – AMPLAS MENTIRAS: A MALDADE DA DIREITA

CAPÍTULO VII – MENTINDO SOBRE HITLER: O NAZISMO É DE EXTREMA DIREITA

CAPÍTULO VIII – MENTIRA DE LOBO MAU: NEM TODA ESQUERDA QUER O COMUNISMO

CAPÍTULO IX – CÍNICOS MENTIROSOS: O COMUNISMO AINDA NÃO EXISTIU NA TERRA

CAPÍTULO X – A MENTIRA DO BONZINHO: O ESQUERDISTA SE PREOCUPA COM OS POBRES E OPRIMIDOS

CAPÍTULO XI – MENTIRA QUE NINGUÉM MAIS AGUENTA: BANDIDO É VÍTIMA DA SOCIEDADE

CAPÍTULO XII – NEM O DIABO ACREDITA NESTA MENTIRA: SOU UM CRISTÃO SOCIALISTA

CAPÍTULO XIII – A MENTIRA MAIS CONTADA DE TODAS: O GOLPE MILITAR DE 1964

CAPÍTULO XIV – AUTOENGANO OU MENTIRA PROPOSITAL: A MÍDIA É DIREITISTA

CAPÍTULO XV – ALGO QUE EXALA MENTIRA: O SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO

CAPÍTULO XVI – MENTIRA EM LETRAS GÓTICAS SOBRE PELE DE CARNEIRO: DIPLOMA

CAPÍTULO XVII – MENTIRAS QUE ATRAVESSAM GERAÇÕES: DÍVIDA HISTÓRICA

CAPÍTULO XVIII – MENTIRA TRIPLA: O BOLSA-FAMÍLIA FOI CRIADO PELO PT, É BOM E TIRA AS PESSOAS DA MISÉRIA

CAPÍTULO XIX – MENTIRA BOBA? NEM TANTO: DEUS É BRASILEIRO

CAPÍTULO XX – VERDADES

Espero por você para nos conhecermos pessoalmente e para autografar seu exemplar.

Forte abraço,

Flavio

 

 

Lançamento do livro “Mentiram (e muito) para mim” de Flavio Quintela

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É com muita alegria que compartilho com vocês, leitores deste blog, uma boa notícia: o lançamento de meu primeiro livro, Mentiram (e muito) para mim.

A obra expõe numa linguagem simples e clara dezenove mentiras comuns ouvidas e lidas nas escolas, universidades, jornais, revistas e programas de televisão, e que estão na boca das pessoas, dos “intelectuais”, dos políticos e de muitos manipuladores de opinião. O leitor encontrará nesta obra argumentos para desenvolver uma visão de mundo mais crítica, sem precisar para isso de uma bagagem filosófica e política prévia. É um livro para iniciantes na política, mas ao mesmo tempo um compêndio valioso para aqueles que já estudam o assunto. No lugar da vigésima mentira o livro é finalizado com algumas importantes verdades.

O prefácio do livro foi escrito pelo jornalista Paulo Eduardo Martins, do SBT do Paraná, que estará presente no evento de Curitiba, e a orelha por Rodrigo Constantino, presidente do Instituto Liberal e colunista da revista Veja.

Deixo a todos vocês o convite para nos encontrarmos em um dos lançamentos, onde estarei autografando os livros e conhecendo pessoalmente muitas pessoas que têm lido meus textos e contribuído com seus comentários e com a divulgação deste trabalho. As datas e locais estão acima, no banner.

Vocês são muito importantes.

Grande abraço,

Flavio Quintela