Um país sem heróis

Liga-da-Justiça1Alguma vez você já parou para pensar que todos os heróis da ficção que conhecemos foram criados fora do Brasil? Batman, Super-Homem, Homem-Aranha, Thor, Hulk, Homem de Ferro, os X-Men, e a lista continuaria por páginas, sem um herói brasileiro sequer. Isso diz muito sobre a nossa mentalidade como povo, e também tem relação com as ideologias esquerdistas que têm dominado o cenário nacional.

A direita, historicamente, sempre acreditou que o homem não é um ser bonzinho, e que, independentemente do contexto onde nasce e é criado, ele carrega consigo a imperfeição e a corrupção moral, de tal forma que suas capacidades intelectuais não são suficientes para livrá-lo da possibilidade do erro. Já a esquerda tem um discurso bastante diferente, de que o homem é corrompido pela sociedade em que nasce e é criado, e que por isso bastaria construir uma sociedade “perfeita” para que dali em diante os homens não mais se corrompessem. É a base do comunismo: criar uma coletividade utópica para que a individualidade morra.

E o que isso tem a ver com não termos heróis? Tem muito a ver! Um esquerdista não precisa de heróis, porque para ele um herói é alguém que contribua ativamente para que o mundo seja transformado no que ele acredita ser o certo, independentemente das ações que esse “herói” tenha tomado para viabilizar essa transformação (ou o famoso “os fins justificam os meios”). É por isso que os esquerdistas idolatram assassinos, estupradores, genocidas e canalhas em geral, como Lênin, Stálin, Che Guevara, Fidel Castro etc. Para qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso e respeito pela vida humana, imaginar que uma pessoa que tenha causado a morte de milhares, às vezes milhões, de pessoas possa ser chamado de herói tão somente porque possibilitou a revolução comunista, e que esses mortos todos são “ossos do ofício”, casualidades no caminho de um bem maior, é algo inconcebível e inimaginável.

Enquanto os heróis da ficção são capazes de se doar pela humanidade, de sofrer e lutar até a exaustão completa por uma única vida, os heróis da esquerda fuzilam quem quer que apareça entre eles e seus planos revolucionários. E mais: o conservador de direita assiste aos filmes de heróis e lê suas histórias, e se inspira com os atos de nobreza. O esquerdista lê sobre seus heróis assassinos e vibra com a morte dos anti-revolucionários. Enfim, é uma diferença tão grande como céu e inferno, como bem e mal, como luzes e trevas. E se você está achando que eu estou comparando a esquerda com as trevas, você acertou. A esquerda é o fim da humanidade livre, é o fim da virtude, é a banalização da vileza e o culto à maldade.

E como ficamos aqui no Brasil? Num país onde o governo foi entregue à esquerda, mas o povo continua sendo conservador em sua grande maioria, a busca por heróis nunca cessa. Infelizmente ela acaba sendo feita na base da fé nos homens públicos. Quem não se lembra, no auge do julgamento do Mensalão, do número de postagens no Facebook que pediam que Joaquim Barbosa se candidatasse? Sim, ele foi o nosso herói de 2013, aquele que acendeu uma pequena chama de esperança no coração de tantos brasileiros. Infelizmente ele não tinha poderes especiais, e foi decepção completa o que os brasileiros sentiram naquela dia fatídico, 18 de setembro de 2013, quando os mensaleiros conseguiram o que queriam através do voto do ministro Celso de Mello. Se Joaquim Barbosa foi nosso Super-Homem por alguns dias, Celso de Mello cumpriu muito bem seu papel de Lex Luthor.

Brasil, a Liga da Injustiça.

Bandido bom é…

jailcell2_1Qual foi o complemento da frase que passou imediatamente em sua cabeça quando você leu as três palavras do título? Esse complemento diz muito sobre sua inclinação política e sobre o seu caráter. Vou contar uma breve história, mas fique com esse complemento em mente, pois você vai precisar dele mais tarde para finalizarmos o texto.

Tenho amigos e conhecidos que moram no Rio de Janeiro, e por mais que cariocas e paulistanos tenham uma certa rixa regionalista, uma coisa temos em comum: vivemos em constante estado de temor por nossa segurança. Por mais que vejamos notícias de assaltos, homicídios, sequestros e arrastões, eu nunca havia tido o infortúnio de passar por uma situação mais perigosa, e nem mesmo conhecia alguém que tivesse passado. Mas isso foi até sábado passado, quando vi o post de Facebook de um conhecido do Rio, pedindo que enviássemos nossos contatos novamente pois ele havia sido sequestrado e passado mais de três horas em poder dos bandidos.

Sabendo do ocorrido, consegui falar com ele no dia seguinte. Os detalhes foram assustadores: ele foi pego por quatro bandidos, que o fizeram trocar de veículo e acompanhá-los por diversos bancos e lojas para realizar saques e compras nos cartões de débito. Um dos bandidos carregava uma granada e ficava tirando e recolocando o pino de segurança, e houve momentos em que ensacaram a cabeça da vítima que, pai de família e com suas crianças esperando em casa, pensou que jamais os abraçaria novamente.

Uma coisa que esse conhecido me contou foi que os bandidos, em vários momentos, se referiam ao que estavam fazendo como “trabalho”. Lembrei imediatamente de um depoimento recente que saiu em portais de notícias e nas mídias sociais de uma mãe de bandido que sabia que seu filho saía para assaltar e diante das câmeras dizia “ele sai para trabalhar toda manhã”. Parece apenas uma gíria, um modo de falar, mas quando uma pessoa acredita que sair para cometer crimes é um trabalho, qual a chance dessa pessoa abandonar essa vida de crimes e sair em busca de um trabalho de verdade? Nenhuma! A partir do momento em que se subverte o significado de “trabalho” em algo tão torpe e tão longe do significado original da palavra, a perda de conexão do símbolo com o real afeta todos os outros símbolos (palavras) que se relacionam a ela. Por exemplo: se eu acredito que roubar é uma forma de trabalho, então vou acabar acreditando que roubar é aceitável, pois o trabalho é algo não somente aceitável, mas desejável em nossa sociedade. Além disso, para tornar esse conceito palatável a mim mesmo terei que acreditar que o bandido não tem culpa do que faz. E assim por diante.

Voltemos agora ao início do texto, e ao que passou em sua mente. Se você pensou logo em complementos do tipo “Bandido bom é bandido preso” ou “Bandido bom é bandido morto”, é porque você é um cidadão normal, que preza pela vida, que acredita que as pessoas são responsáveis por seus atos, e que sabe que lugar de bandido é na cadeia.

Mas, incrivelmente, vemos gente que completa essa frase com “Bandido bom é todo bandido, pois são injustiçados pela sociedade e não têm outra opção senão o crime”. Se você pensou assim, meus pêsames: sua mente já foi dominada pela ideologia nojenta e repugnante de um dos homens que mais causou mal ao mundo, Jean-Jacques Rousseau. Esse imbecil conseguiu construir um arcabouço de ideias absurdas que tentam provar que o homem é bonzinho, mas a sociedade o corrompe e praticamente o obriga a ser um criminoso.

A sociedade brasileira não suporta mais o modo leniente e a impunidade com que são tratados os bandidos que nos tiram a paz e a vida. Nossos 50.000 mortos por ano nos tornam um dos países mais violentos do mundo, e nossas ONGs e órgãos de defesa dos direitos humanos continuam do lado errado. Esse é o modo que a esquerda opera, por mais antagônico que seja ao desejo da população.

Em 2014, Direitas Já!

A Esquerda Infiltrada – Assassinato de Bebês

startsatsixty-rotten-strawberryDesde 1988 a esquerda tem agido ativamente para tornar o aborto em algo comum e legalmente permitido. E em 2013, 25 anos depois, esse objetivo foi atingido no Brasil com a aprovação da Lei 12.845/2013, conhecida nos movimentos pró-vida como Lei Cavalo de Troia. Para quem quiser acessar o conteúdo completo sobre essa atrocidade, há um link muito bom disponível, http://www.documentosepesquisas.com/cavalodetroia.pdf.

Eu não vou focar o texto de hoje na lei em si. Para nossos propósitos basta sabermos que essa lei torna o aborto não só permitido, mas também uma obrigação do Estado, nos casos em que mulheres que se declarem vítimas de violência sexual o solicitarem. Fica muito claro para mim, e para todos que conheço que lutam pela vida e contra o aborto, que isso é pura e simplesmente uma autorização para o aborto gratuito e fácil no Brasil. Afinal, basta que a mulher chegue a um hospital público e diga que foi estuprada (ela pode inclusive alegar que não conhece o estuprador) e que quer tomar medidas abortivas. Como o estupro não pressupõe necessariamente agressão física, basta que o sexo tenha sido alegadamente não consensual para que esta mulher tenha o direito ao aborto.

Mas o nosso tema hoje é A Esquerda Inflitrada. Qual a relação com a lei acima citada?

Tenho acompanhado uma discussão no Facebook, iniciada em postagens de um grupo pró-vida que busca a revogação dessa lei insana. E eis que surge, de dentro do grupo, uma voz esquerdista, a dizer que “considero totalmente contraproducente essa iniciativa, como outras que vêm sendo tomadas nesse assunto. Em primeiro lugar, ela relata de modo errado a lei aprovada, que não permite o aborto em qualquer situação, como se diz no texto. Somente uma interpretação totalmente distorcida poderia levar a pensar assim, e penso que fazemos um péssimo trabalho ao endossar essa interpretação, que nem o governo (sic) pretende fazer. Que vantagem temos em ficar dizendo que o aborto no Brasil está aprovado?“.

O agente infiltrado (neste caso uma agente) tenta apelar primeiramente para o texto em sua interpretação mais ingênua possível (a lei aprovada, que não permite o aborto em qualquer situação”)Depois passa para o ataque direto às pessoas que, até aquele momento, eram suas companheiras de causa (“Somente uma interpretação totalmente distorcida poderia levar a pensar assim”). Em seguida coloca-se como autoridade e juiz sobre o grupo, emitindo seu parecer (penso que fazemos um péssimo trabalho ao endossar essa interpretação”) e deposita a confiança no Governo, o mesmo que até aquele momento a agente esquerdista dizia combater (“que nem o governo (sic) pretende fazer”). Para finalizar coloca uma questão “bolinha de fumaça Ninja” e sai correndo do debate (“Que vantagem temos em ficar dizendo que o aborto no Brasil está aprovado?”).

Veja como a esquerda trabalha infiltrada em grupos de direita conservadora. Seus agentes trabalham às vezes por anos em disfarces conservadores, participando ativamente de movimentos contrários às suas orientações políticas, para no momento exato interferir cirurgicamente e fazer o que todo agente infiltrado é treinado para fazer: sabotagem.

A grande vantagem da esquerda na guerra ideológica é justamente essa: ela consegue fazer a infiltração e a sabotagem tão bem, porque é muito fácil apodrecer algo que esteja saudável, mas impossível tornar saudável algo que esteja podre. Imagine a situação oposta, onde um agente infiltrado da direita tentasse promover a agenda pró-vida no meio de abortistas – é como colocar uma zebra no meio de leões para que ela os convença a adotar o vegetarianismo. Por isso a esquerda tem sido bem sucedida em sua agenda assassina, porque ela dá vazão às psicopatias e à vileza do homem, e não exige nenhum sacrifício, nenhuma trava moral, nenhuma reflexão intimista. Ao contrário, o esquerdismo estimula o homem a ser tudo de pior que ele pode ser, sem restrições.

Todo grupo ou organização que lute contra o esquerdismo e todas as suas vertentes assassinas precisa estar em constante vigilância, para não permitir que esses infiltrados ocupem espaços e posições de destaque. Como em toda a guerra, é muito mais eficiente conter a sabotagem do que lidar com os efeitos da mesma.