Chega de ser bonzinho

knockoutDurante as últimas semanas fiz a revisão da tradução de um livro que será em breve publicado, chamado Ponerologia. O autor, Andrew Lobaczewski, viveu na Polônia e passou pela amarga experiência da ditadura Soviética. É uma obra sensacional, daquelas que mudam a vida de quem lê. O título, “Ponerologia”, é o nome que Lobaczewski dá à sua nova ciência, cujo objeto de estudo é a gênese do mal, ou seja, os mecanismos pelos quais as sociedades permitem que psicopatas assassinos cheguem ao poder e de lá comandem as mais terríveis tragédias humanas.

O autor usa como base de seu trabalho um estudo minucioso sobre as doenças da personalidade, causadas tanto por hereditariedade como por danos físicos ao cérebro. O destaque é sempre para os psicopatas, que têm seu modo próprio de pensar e enxergar a vida, totalmente diferente daquele das pessoas normais. O psicopata vê seus semelhantes – os outros psicopatas – como humanos, da mesma espécie, mas vê as pessoas normais como seres inferiores, cuja vida não vale nada a não ser que possa ser útil aos seus propósitos. Infelizmente, esse tipo de gente – pessoas doentes, sem cura – encontra nas sociedades modernas uma estrutura que os catapulta aos cargos de liderança política, de onde podem colocar em prática todos os seus planos de dominação e poder. É o que estamos vivendo hoje no Brasil.

Como lidar com essa gente? Com certeza não é tentando curá-los, pois a psicopatia não tem cura. O ideal, como o próprio autor do livro recomenda, é criar defesas da sociedade contra a ascensão desses tipos ao poder. Mas no nosso caso isso já não é mais possível, pois temos psicopatas nos governando neste momento, nos levando cada vez mais para dentro de seus infernos particulares. E volta a pergunta: como lidar com essa gente? Minha sugestão particular, e título deste artigo: chega de ser bonzinho. Nós somos educados a dar a outra face, a transcender, a relevar, e ao mesmo tempo que o revide é ruim, que responder é falta de educação e que palavrão é a coisa mais feia do mundo. Tudo isso pode ser verdade quando estamos falando de uma relação entre duas pessoas normais, mas não quando estamos lidando com desequilibrados de alma assassina.

Estamos numa guerra cultural com a esquerda, não há como negar. Nesta guerra enfrentamos diariamente oponentes dos mais diversos tipos. Precisamos saber identificá-los e aplicar estratégias de ataque diferentes para cada um deles, tendo sempre como objetivo vencer as batalhas individuais para, quem sabe, daqui trinta anos, vencer a guerra também.

O primeiro tipo que encontramos pela frente é o esquerdista bocó. Ele gosta da esquerda por uma questão meramente de aparências – a esquerda parece legal e justa para ele, já que prega a igualdade social e uma sociedade melhor. Ele nunca parou para ler sobre os regimes de esquerda e suas consequências nefastas, por isso acha confortável e bonito defender essa causa. Por não ter o menor embasamento ideológico e também por não militar ativamente pela causa, este é o tipo mais fácil de libertar. Mas não se engane: você não pode ser bonzinho com ele mesmo assim. A estratégia para este tipo de esquerdista é o uso de fatos incontestáveis que destruam as falácias em que ele acredita. Confronte o bocó com fatos, mostre a ele que toda essa bobagem poética de igualdade não passa de fachada para regimes assassinos, e bata sem dó até o nocaute. Aliás, usando a figura do esporte, o oponente mais forte nunca pode ficar com dó do mais fraco, sob pena de perder o jogo; da mesma forma, não podemos abrir mão da superioridade intelectual sobre o esquerdista bocó.

Seguindo, o segundo tipo com o qual nos deparamos frequentemente é o esquerdista acéfalo. Ele é algo como um esquerdista bocó que perdeu a virgindade intelectual. Explico: quando você confronta o bocó com a realidade, geralmente ele percebe o engodo em que havia caído, e abandona a “fé vermelha”. Mas, em alguns casos, mesmo após a exposição do sujeito à verdade, ele opta por continuar acreditando nas mentiras que o têm mantido cativo. Não sei bem se isso ocorre por falta de inteligência ou por falta de amor próprio, ou ainda por algum trauma psicológico, mas a esses esquerdistas, que escolhem viver em engano mesmo diante da verdade, eu dei o nome de acéfalos. Afinal, se não usam a cabeça para nada de útil, é como se nem a tivessem. No confronto com o esquerdista acéfalo não há muito o que fazer além do uso de xingamentos inteligentes. Afinal, se a verdade e a lógica não resolvem, não é um cafuné que irá fazer efeito.

O terceiro tipo é o esquerdista canalha. Alguém que não é ingênuo o suficiente para acreditar no esquerdismo sem nenhum estudo sobre o mesmo, e não é idiota o suficiente para acreditar no esquerdismo após estudar sobre o mesmo, só pode ser canalha para continuar defendendo algo que só trouxe desgraça para a humanidade. Aqui cabe a cautela de um bom lutador, sempre buscando o ataque. A estratégia com esse tipo de esquerdista é o desmascaramento puro, ou seja, atacar o discurso do canalha com perguntas desconcertantes que o forcem a admitir a maldade e a canalhice do que ele defende, ou que o façam cair em contradição imediata.

O último tipo é o que já mencionei no início do artigo, o esquerdista psicopata. Enquanto a luta for com psicopatas que ainda não têm acesso ao poder, é possível desmascará-los e trabalhar ativamente para que não cheguem a qualquer tipo de posição de liderança, sempre com os olhos bem abertos para possíveis retaliações, já que os psicopatas são extremamente vingativos. Assim como eles nos consideram seres sub-humanos, nós devemos entendê-los como quase não humanos, já que são capazes de atos cruéis que uma pessoa normal jamais aceitaria. Quase sempre os psicopatas, embora tenham uma facilidade muito grande de trabalhar no campo dos sentimentos das pessoas, são portadores de inteligências no máximo medianas, o que torna fácil vencê-los no campo das ideias e da intelectualidade. Infelizmente muitos psicopatas ocupam hoje cargos de poder, que os blindam contra o confronto direto. Contra esses não há nada a fazer a não ser trabalhar contra sua continuidade no poder. Em outras palavras, esses monstros não podem ser reeleitos, de modo algum.

Espero ter aguçado sua curiosidade sobre o assunto. Este blog irá divulgar, com certeza, o lançamento do livro de Lobaczewski no Brasil, oportunidade em que o leitor poderá adquirir tão importante obra. Enquanto isso não acontece, vale a pena praticar o embate com os diversos tipos de esquerdistas que cruzam a nossa frente. Já passou da hora de quebrar essa hegemonia que eles têm no Brasil. E chega de psicopatas no poder.

Manifestante pacífico uma ova! Criminoso assassino, isso sim.

murderEste texto é minha homenagem ao cinegrafista Santiago Andrade, e um protesto enojado contra esse grupo assassino que tomou conta do Brasil, e que inclui políticos, black blocs, a mídia esquerdista, os “filósofos” vermelhos e toda a militância comunista, que hoje dominam o nosso país, e que nos têm garantido a posição de nação mais violenta do mundo.

Quem acompanhou a história recente de Santiago Andrade sabe do que estou falando: alvejado por um rojão aceso por um “manifestante pacífico”, foi parar nas manchetes dos telejornais e da mídia impressa e eletrônica como vítima de uma ação policial. Esta versão da história, exibida inclusive pela GloboNews em horário nobre, foi desmentida pelo registro em vídeo do ocorrido, num dos episódios mais lamentáveis da história recente da imprensa brasileira. O colunista Reinaldo Azevedo resumiu bem os fatos em um de seus textos.

A verdade é que Santiago foi morto por um criminoso, por um assassino. Aliás, criminosos são todos os “manifestantes pacíficos” que vêm tomando as ruas das cidades brasileiras desde o ano passado, com seus rojões, coqueteis Molotov, bombas caseiras, pedras, paus, tacos e tantos outros armamentos. A nossa imprensa, esquerdista até a medula, sempre chamou, e continua chamando esses bandidos de “manifestantes pacíficos”. E não só isso, mas neste caso específico teve a pachorra de culpar o Estado do Rio de Janeiro e a Rede Bandeirantes pelo ocorrido, numa nota indecente publicada pelo Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro no último dia 7, e não mencionar, nem de passagem, o verdadeiro responsável. Vale a pena acessar o link para se ter ideia do nível de insanidade a que chegamos. Como dizia um amigo meu, estamos diante de uma “horda de possessos”.

Pois esta “horda” não se cansa de despejar lixo, diariamente, em nossas casas, seja pela televisão, pelo rádio ou pelo computador. Se você viveu no Brasil nos últimos 12 meses, vai se lembrar, com certeza, do que passamos durante o ano passado. Todas as manifestações eram cobertas pela mídia como “manifestações pacíficas que acabaram em violência”. Ora, que eufemismo nojento! Se a manifestação tem violência, seja no início, no meio ou no fim, ela é violenta. Mas é claro que, para cumprir seu papel de agente ativo da subversão cultural, nossa mídia sempre noticiou os protestos pintando os manifestantes como seres iluminados e bonzinhos e os policiais como monstros repressores crueis.

Não posso dizer aqui que todos os manifestantes buscavam a violência – pelo contrário, a maioria das pessoas que lá estavam não tinha intenção nenhuma de tocar o terror. Mas isso não muda o fato de que os protestos eram sim violentos, e que só não acabaram no pior por causa da atuação positiva da polícia. Abaixo você encontrará um resumo das manifestações de 2013, e poderá constatar que a polícia, mesmo tendo lidado com mais de 3 milhões de manifestantes, não deixou sequer um ferido em estado grave, e nenhuma vítima fatal, em decorrência de suas ações.

  • Porto Alegre – protestos contra o aumento da passagem de ônibus eclodem no final de março de 2013. Centenas de manifestantes, vários deles empunhando bandeiras do PSOL e PSTU, depredaram o patrimônio público, quebraram vidraças, picharam o prédio da Prefeitura, quebraram ônibus, semáforos e placas de trânsito, e criaram um clima de guerra a arruaça. A polícia dispersou os manifestantes com bombas de efeito moral, e ninguém saiu ferido. Uma vereadora do PSOL, Fernanda Melchionna, saiu, como sempre, em defesa dos baderneiros, tentando se aproveitar da situação.
  • Goiânia – as manifestações começaram no início de maio de 2013, sendo que a mais violenta delas aconteceu no dia 28, na Praça da Bíblia. Os manifestantes atearam fogo em vários ônibus, destruindo cinco veículos. Nesta “manifestação pacífica” foram utilizados coqueteis Molotov, inclusive numa agência bancária incendiada pelos “manifestantes inocentes”. A polícia interveio, usando até a tropa de choque, e dispersou os manifestantes, prendendo 24 pessoas e deixando nenhum ferido.
  • São Paulo – diversas manifestações ocorreram durante o mês de junho na capital paulista, lideradas pelo Movimento Passe Livre, que se diz apartidário mas que luta ao lado da esquerda radical do PSOL e PSTU principalmente. Durante o mês inteiro o que se viu foi um abuso sistemático do direito à livre manifestação – os paulistanos enfrentaram o pior mês de suas vidas, com ruas, avenidas e até estradas interditadas quase que diariamente. O vandalismo, voltado principalmente ao patrimônio público, mas também a agências bancárias, ônibus e supermercados, deixou um prejuízo monstruoso para os cofres públicos e para os empresários. A polícia teve que agir em praticamente todas as manifestações, tanto com bombas de efeito moral como com balas de borracha. A mídia, à medida em que os protestos de intensificavam e cresciam em tamanho, começou a demonizar a ação policial, principalmente depois que alguns jornalistas acabaram feridos enquanto faziam a cobertura jornalística dos eventos. Apesar de toda a violência, dos black blocs, das depredações e da presença de mais de 100 mil pessoas nas ruas de São Paulo, a polícia não infligiu ferimentos graves a nenhum manifestante.
  • Rio de Janeiro – as manifestações ocorreram nos mesmos moldes das de São Paulo, chegando a reunir mais de 300 mil pessoas no dia 20 de junho de 2013. Depredações, incêndios, enfrentamentos com a polícia, queima de veículos particulares e ônibus, pichações e outros tipos de vandalismos foram prática constante dos “manifestantes pacíficos”. A polícia fez diversas prisões e utilizou armas não letais para controlar os protestos, como por exemplo bombas de efeito moral, balas de borracha e spray de pimenta. Novamente, como em todos os outros locais, não houve feridos graves em função da ação da polícia.
  • Restante do Brasil – diversas outras cidades tiveram manifestações semelhantes, todas durante o mês de junho. Quem estava no Brasil vai se lembrar de que todo dia era dia de manifestação. No entanto, em todas elas, sem exceção, a polícia, apesar de todo o aparato midiático que se posicionou contra, não deixou para trás um ferido em estado grave sequer. E as vítimas fatais se resumiram a um cidadão que caiu de um viaduto, um outro que morreu atropelado, e uma senhora que sofreu um infarto fatal, por causa de uma bomba jogada por manifestantes.

E agora, depois de tantos crimes que ficaram impunes, tantas depredações, tantos veículos queimados, finalmente aconteceu o pior: uma vida foi tirada, um assassinato foi cometido. Santiago Andrade soma-se às mais de 50 mil mortes violentas que acontecem todos os anos no Brasil. Embora sua vida não seja mais importante que as outras dezenas de milhares que são ceifadas a cada ano, sua morte tem um significado a mais: ela representa o triunfo da maldade e da torpeza desse governo sobre a nação brasileira.

Estamos há quase um ano nessa onda de manifestações, que têm acontecido por qualquer motivo, principalmente pelos menos relevantes possíveis – sai-se às ruas por causa de uma passagem de ônibus vinte centavos mais cara, mas não se sai por causa das centenas de milhões de nosso dinheiro de impostos gastos em Cuba pela senhora Dilma Roussef. Estamos há quase um ano vendo a polícia ser difamada diariamente, seja nestes protestos, seja na Cracolândia, ou nos rolezinhos. Estamos há quase um ano assistindo à deterioração da ordem social, patrocinada diretamente por esse grupo assassino que já mencionei no início do artigo, com o único objetivo de jogar o Brasil num caos tão grande que só reste ao governo se utilizar de poderes autoritários para restabelecer a ordem. Acha que estou sendo louco, ou adepto de teorias conspiratórias? Não fui eu quem recentemente assinou a “Garantia de Lei e Ordem“, autorizando a ação do exército nas ruas sob o comando do governo federal (leia-se PT). Foi a senhora Dilma Roussef, ex-integrante de uma organização terrorista, muito bem treinada para a guerrilha urbana. Não fui eu quem incitou a militância partidária a ir às ruas pedir a cabeça do governador de São Paulo. Foi Rui Falcão, presidente do PT, tão ou mais bem treinado que Dilma. São essas pessoas, que pegaram em armas, mataram, sequestraram, explodiram, enfim, que usaram o terror como instrumento de luta, que comandam hoje nosso país.

Foi para esse tipo de gente que entregamos a nossa riqueza produzida, os impostos arrecadados, nossas instituições democráticas e o pouco que restava de grandiosidade neste Brasil. Estamos prestes a entregar os últimos e mais importantes bens de nossa existência: nossas liberdades e nossa vida. Que Deus nos ajude.

Mandela: mais um ícone da esquerda

mandelaMorreu ontem Nelson Mandela, e os brasileiros demonstraram, nas mídias sociais e na mídia em geral, o quanto são capazes de construir sua “opinião” com base em meia dúzia de notícias alardeadas em telejornais e posts sentimentais de Facebook, ignorando por completo os fatos históricos e a situação atual da África do Sul.

Nelson Mandela foi preso por um motivo muito simples: ele era um terrorista a serviço do comunismo. Ele foi o líder fundador da força de guerrilha da ANC, conhecida como MK, organização autora de centenas de assassinatos, incluindo atentados covardes com bombas em lanchonetes, igrejas, bares e outros lugares cheios de civis inocentes. Quando finalmente foi levado a julgamento, as acusações não foram pequenas: “A preparação, manufatura e uso de explosivos, incluindo 210 mil granadas de mão, 48 mil minas antipessoais, 1.500 bombas-relógio, 144 toneladas de nitrato de amônio, 21,6 toneladas de pó de alumínio e uma tonelada de pólvora negra”.  São nada menos que 193 acusações relativas a atos de terrorismo cometidos entre 1961 e 1963. Seu julgamento foi feito com transparência, pelo sistema judiciário normal, com a presença de observadores internacionais. Sua sentença foi de trinta anos de prisão, muito menor do que a de muitos assassinos em menor escala – nos Estados Unidos uma pena de homicídio pode facilmente chegar a perpétua ou mesmo de morte.

Em 1985 foi-lhe oferecida a liberdade em troca de sua declaração de repúdio pelo terrorismo – oferta recusada pelo senhor Mandela, que preferiu continuar preso e fabricar sua beatificação do que admitir que o que havia feito era repugnante e errado. Depois de trinta anos pagando pelos seus erros, esse senhor foi catapultado pela mídia esquerdista à condição de guerreiro incansável pela paz. Mas ele jamais deixou de lado suas convicções, as mesmas que o levaram a cometer os atos terroristas e que sempre o definiram como um comunista engajado. Mandela nunca foi bonzinho, e o fato de que tenha ficado na prisão por trinta anos não o credencia a ser um santo salvador. Muito pelo contrário: após sua libertação e seu retorno à política sul-africana, o país entrou num processo de degradação social acentuado: o número de sul-africanos miseráveis, ou seja, vivendo com menos de um dólar por dia, dobrou entre 1991 e 2002, de dois milhões para quatro milhões de pessoas. O desemprego aumentou 48% no mesmo período, e a criminalidade atingiu níveis absurdos.

E a questão racial? Bom, ela com certeza piorou bastante. A organização Genocide Watch, que faz um trabalho fenomenal, monitorando os casos ativos de genocídio no mundo, denuncia o assassinato cruel de mais de setenta mil brancos sul-africanos nos últimos anos, números que tornam esse grupo étnico o mais perseguido do mundo atual: para cada 100.000 brancos sul-africanos, 310 são mortos todos os anos, simplesmente pela cor de sua pele, pois são na maioria agricultores indefesos, mulheres e crianças. Os relatos são de uma crueldade inimaginável, com tortura e mutilação de crianças, ateamento de fogo em famílias inteiras e outras práticas indescritíveis. Quem quiser conhecer um pouco mais do que está acontecendo a essas pessoas deve acessar o site Afrikaner Gonocide Museum – as imagens falam por si. Nunca na história do Apartheid os negros foram assassinados com tamanha brutalidade e frieza. Lógico que isso não justifica o Apartheid, regime cuja queda constitui na única boa ação de Mandela, mas muito menos justificável é o que acontece hoje na África do Sul.

Diante de tudo isso, exaltar Mandela como um bravo combatente pela paz mundial é não querer aceitar a verdade, que é muito mais dura. É avalizar o comportamento deste terrorista comunista, que deixou um legado de mortes e uma África do Sul adoecida com o racismo. O comunismo nunca foi bom em nenhum lugar onde existiu, e não seria na África do Sul, cada vez mais próxima de se tornar a Cuba do continente africano, que isso seria diferente.

Dizem que vaso ruim não quebra. Esse quebrou.

Adição de última hora: depois de reler meu texto algumas vezes e de ler a opinião de diversas pessoas a respeito, tenho que fazer uma retratação. Não quero deixar a falsa impressão de que o Apartheid foi um regime sequer perto de bom. Mandela tem o mérito de uma luta árdua contra esse regime, fato que não pode ser deixado de lado. E o racismo que continua a assolar a África do Sul não pode ser creditado somente ao governo de Mandela.

Medalha para o bandido!

medalha_bandidoO Brasil é um país realmente atípico em muitas coisas. Sempre fomos considerados um povo extremamente simpático, povo do futebol, do carnaval e do samba e, para citar pelo menos uma característica pela qual realmente vale a pena ser elogiado, um povo empreendedor. Mas com o advento do governo petista temos visto muitas novas “jabuticabas” surgindo a cada dia, e uma que eu não poderia deixar de comentar diz respeito ao tratamento que nosso governo está dando a bandidos de todo tipo, numa atitude tipicamente esquerdista, como tudo o que esse governo faz, de “reescrever” o passado. Aliás, essa é a base do esquerdismo: minta sobre o futuro, e quando o futuro chegar, e com ele a sua realidade horrorosa, minta sobre o passado, apagando todos os rastros que possam levar ao verdadeiro culpado da desgraça atual, a própria esquerda.

A lista de bandidos tornados em heróis vai desde criminosos no campo das ideias, como Paulo Freire, até terroristas como Cesare Battisti e Marighella, passando por corruptos golpistas como José Genoíno. Segue abaixo uma breve lista com alguns casos de dar nojo a qualquer um que preze pela justiça e pela verdade.

Carlos Marighella: fundador do grupo armado Ação Libertadora Nacional (ALN), responsável juntamente com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8) pelo sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, chegou a ser considerado o inimigo número um do regime militar, e por essa razão precisou ser beatificado pela cúpula petista para ajudar na consolidação da mentira do golpe de 64. Marighella recebeu anistia post mortem pelo ministro petista da justiça, José Eduardo Cardozo (sim, esse que está envolvido na confusão do Cade) e deixou oficialmente de ser um terrorista, sequestrador e assassino para ser um mártir da luta esquerdista. Medalha para o bandido!

Cesare Battisti: membro ativo de um grupo armado de extrema esquerda, condenado na Itália pelo assassinato de quatro pessoas a prisão perpétua, extraditado pelo governo francês e foragido para o Brasil, aqui encontrou em seus amigos de guerrilha comunista a melhor companhia que poderia desejar. Em uma de suas últimas declarações como Presidente da República, o senhor Luis Inácio da Silva decidiu que não concederia a extradição do “militante” em nota divulgada pelo Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, no dia 31 de dezembro de 2010. O referido terrorista vive hoje solto no Brasil, tendo sido recentemente convidado a palestrar na Universidade Federal de Santa Catarina. Medalha para o bandido!

Paulo Freire: autor e inspirador da maior máquina emburrecedora já vista em ação, o sistema educacional público brasileiro, Paulo Freire cometeu um dos maiores crimes de nossa história recente: a destruição intelectual sistemática de três gerações inteiras através do adestramento marxista em todos os níveis de educação pública. Na era Paulo Freire, que parece nunca ter fim, o Brasil apresentou (e continua apresentando) uma queda consistente e constante em todos os comparativos de educação disponíveis, situando-se sempre em patamares de nações africanas, muito longe sequer do grupo intermediário de países. Eu mesmo já postei sobre esse criminoso aqui neste blog. Seguindo a mesma linha estratégica já descrita acima, o governo petista concedeu ao senhor Paulo Freire o título de “Patrono da Educação Brasileira” (lei 12.612/2012). Medalha para o bandido!

José Genoino: deputado federal pelo PT e condenado pelo Supremo Tribunal Federal pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa, co-responsável pelo Mensalão, o maior esquema de compra de votos de parlamentares já visto na república brasileira, e ex-guerrilheiro atuante principalmente no Araguaia, sempre com o objetivo de aplicar ao Brasil o mesmo destino de Cuba, o totalitarismo comunista. A primeira tentativa do governo petista de dar uma medalha à Genoino foi no início do governo Lula, quando foi indicado para o cargo de Ministro da Defesa, uma afronta que os militares não aceitaram. Agora, depois de condenado e já cumprindo pena, recebeu todo o apoio do ex-presidente e do partido governista, recebendo diversas menções heróicas e honrosas. Medalha para o bandido!

Dilma Roussef: ex-integrante de organizações terroristas de esquerda como o Comando de Libertação Nacional (COLINA) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), participou de assaltos a bancos, atentados com bombas, furtos de veículos e do assassinato de dois policiais. Depois de muitos anos de crimes e algum tempo na prisão, resolveu partir para a política, atuando sempre em cargos técnicos ligados primeiramente ao PDT e depois ao PT. Em 2005 substituiu José Dirceu, outro bandido petista, na Casa Civil, de onde foi catapultada para a Presidência da República, cargo que tem exercido da pior forma possível, esbanjando ineficiência e espalhando asneiras todas as vezes que abre a boca. De terrorista revolucionária a Presidente da República – Medalha para a bandida!

E assim a esquerda brasileira vai limpando a sujeira que deixa pelo caminho com essa vassoura mágica, que transforma bandidos em heróis, crimes em virtudes, vergonha em honra. Enquanto isso nossos poucos e verdadeiros heróis permanecem anônimos ou esquecidos, e a base comparativa de caráter disponível ao povo brasileiro é cada vez mais baixa. Quando nossos heróis são os próprios criminosos, quanto mais é possível descer? Já estamos na lama…

O Papa é vermelho?

papa-francisco-ateusO Papa Francisco publicou ontem sua primeira exortação apostólica. E eu li o texto traduzido em português.

Antes de fazer qualquer comentário eu preciso dizer o que penso a respeito da Igreja Católica, que chamarei no restante do texto de IC. Para mim a importância da IC nas atuais circunstâncias em que vivemos é de uma magnitude muito grande. O mundo está se tornando mais vermelho e menos livre, e o esquerdismo, cujo objetivo é tornar esse planeta em um grande governo comunista para todos, vem ganhando terreno em muitas nações. Os valores da direita são ameaçados e confrontados todos os dias por políticos, ativistas e militantes da esquerda, os criadores dos “ismos” – feminismo, racismo, gayzismo etc. – que tanto dividem as sociedades e minam o poder de reação das pessoas.

Além disso, é um mundo onde o próprio cristianismo vem sendo combatido veementemente, com uma intolerância ímpar. O cristianismo é hoje a religião mais combatida do mundo, mesmo sendo a mais tolerante de todas. Nos países de maioria cristã os gays podem ser gays, as mulheres podem ser mulheres, os muçulmanos podem ser muçulmanos, sem medo de morrer por isso. Já nas nações islâmicas os gays são assassinados, as mulheres são discriminadas e os cristãos são perseguidos, e ainda assim não há um esquerdista que seja contra o islamismo. Pelo contrário, eles soltam suas vozes nos países democráticos e de herança judaico-cristã, lugares onde podem falar à vontade, pois sua liberdade de expressão é garantida, com seus discursos cheios de ódio por essa mesma liberdade que os garante vivos. É o caso mais absurdo de auto-contradição da história humana.

É nesse mundo que eu vejo a necessidade de uma instituição como a IC. A herança judaico-cristã, que ainda garante a uma parcela da população mundial a liberdade de expressão e os direitos à vida, à propriedade privada e à individualidade, é fruto direto da IC e de sua historia na Terra, bem como o são as universidades, hospitais e tantas outras belas contribuições que a IC fez à humanidade. Essa instituição gigantesca, presente em tantos lugares, capilarizada em pequenas congregações, atingindo populações de todas as classes sociais e níveis intelectuais, possui uma capacidade geradora de mudanças como nenhuma outra instituição individual no mundo. E agora, numa hora em que o mundo enfrenta a ameaça de uma era de trevas, o Papa, representante maior da IC, em vez de se posicionar contra o marxismo e suas consequências nefastas, prefere compor um discurso de viés esquerdista, atacando o livre mercado e deixando o verdadeiro inimigo de fora de sua análise. Vejamos alguns trechos:

Assim como o mandamento «não matar» põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana, assim também hoje devemos dizer «não a uma economia da exclusão e da desigualdade social». Esta economia mata. ” – o que é isso Papa??? O que matou mais no século passado, a “economia de exclusão” ou os ditadores comunistas sanguinários? Onde se morre mais, na Cuba da igualdade da pobreza ou nos Estados Unidos da desigualdade da riqueza?

Neste contexto, alguns defendem ainda as teorias da «recaída favorável» que pressupõem que todo o crescimento econômico, favorecido pelo livre mercado, consegue por si mesmo produzir maior equidade e inclusão social no mundo. Esta opinião, que nunca foi confirmada pelos fatos, exprime uma confiança vaga e ingênua na bondade daqueles que detêm o poder econômico e nos mecanismos sacralizados do sistema econômico reinante.” – de novo Papa? Que fatos são esses a que se refere? Parece que o senhor não estudou as estatísticas mundiais que mostram que, quanto mais livre a economia de uma nação, maior é a qualidade de vida das pessoas. Se isso não é confirmação de que o livre mercado é bom, o que mais o senhor precisa para mudar sua opinião? E onde está escrito que as pessoas precisam ser iguais no sentido econômico do termo? Em qual parte da teologia católica o senhor se estriba para afirmar isso?

Neste sistema que tende a fagocitar tudo para aumentar os benefícios, qualquer realidade que seja frágil, como o meio ambiente, fica indefesa face aos interesses do mercado divinizado, transformados em regra absoluta.” – era só o que faltava, Papa. O senhor também virou ativista ambientalista? Quais estudos os senhor consultou para dizer que o meio ambiente é indefeso contra os interesses do mercado? Aliás, quando o senhor chama o meio ambiente de “realidade frágil”, o que quer dizer com isso? Afinal, muito dessa fragilidade parece ter sido desmascarada pelos mais diversos cientistas no mundo inteiro, que têm desmentido as previsões cataclísmicas que foram feitas na última década, as quais se mostraram todas erradas.

Hoje, em muitas partes, reclama-se maior segurança. Mas, enquanto não se eliminar a exclusão e a desigualdade dentro da sociedade e entre os vários povos será impossível desarreigar a violência.” – poxa Papa, agora o senhor me deixou triste. Invocar o besteirol de que a violência é fruto da desigualdade foi um golpe baixo. O senhor não entende que a exclusão e a desigualdade são intrínsecas das sociedades humanas, e que somente no paraíso pós-morte é que há alguma chance dessa condição ser erradicada? O senhor não vê que os homens que lutaram pelo fim dessa desigualdade através da implantação de uma “sociedade justa” foram os que mais mataram seres humanos em toda a nossa história?

Bom, o texto é muito longo, e esses são apenas alguns trechos que me deixaram realmente preocupado com o posicionamento deste Papa. Para mim é uma grande decepção que o líder máximo da única instituição com massa suficiente para ofuscar a escalada comunista seja tão “vermelho” em sua primeira exortação. Esse posicionamento tão antagônico ao livre mercado e ao capitalismo salta aos olhos, e acaba por ofuscar o restante do texto, que contém parágrafos excelentes sobre outros temas importantes.

Só o tempo dirá se esse Papa fala realmente em nome de Deus.

A Nação Zumbi

zombiesNeste domingo que passou eu assisti ao filme Guerra Mundial Z. Para quem não ouviu falar, o filme conta a história de uma epidemia que se alastrou rapidamente na Terra, transformando as pessoas em zumbis. E os zumbis do filme ficam alucinados quando veem uma pessoa normal, pois o “objetivo” do vírus zumbi é se propagar ao máximo, e só não acabará com a raça humana graças a um homem, o investigador das Nações Unidas interpretado por Brad Pitt. Aliás, essa substituição do salvador, que geralmente é americano, por alguém da ONU, é algo que não me agradou nem um pouco. Qualquer dia escreverei sobre a ONU e seu papel nos planos da esquerda mundial.

Enfim, algo interessante neste filme de zumbis é que, quando eles não tem mais humanos para morder e contaminar, ficam num estado de hibernação, andando para lá e para cá no maior estilo “monstro retardado”.

Hoje quando acordei e li sobre a mais recente pesquisa para as eleições de 2014 eu me dei conta que vivo no meio de uma nação de zumbis. Não sabemos quem foi o “paciente zero”, mas imagina-se que ele seja metalúrgico e tenha sido infectado durante algum discurso do Sr. Luis Inácio da Silva, um dos criadores do vírus zumbi tupiniquim.

No início essa praga se alastrava de forma mais contida, pois levava mais tempo para infectar as pessoas. Sua disseminação se dava somente nos lugares de menor higiene intelectual (eufemismo para qualquer lugar onde haja um petista falando), onde o vírus podia se movimentar livremente. Pesquisas indicam que reuniões de partidos de esquerda foram os grandes focos de transmissão do vírus, pois quanto mais fraco o cérebro e menos esclarecida a pessoa, mais rápido é o contágio.

Com o tempo vieram as mutações, e as formas de contágio foram se multiplicando. Agentes catalisadores como marqueteiros de campanha e musiquinhas Lulalá fizeram que a massa de zumbis crescesse ao ponto de eleger um homem desprezível como o Sr. Luis Inácio da Silva para a presidência da República. Esse foi o golpe de mestre, pois estando o criador do vírus no comando da nação, novas formas cruéis de disseminação do vírus foram criadas. Sabe-se que, atualmente, a forma mais eficaz de tornar uma pessoa em um zumbi é colocando-a em algum programa intitulado “Bolsa Alguma Coisa”. O vírus já vem naquele cartãozinho aparentemente inócuo, mas que corrói a pessoa por dentro, transformando-a num zumbi sugador de esmolas do Estado.

A cena que nos espera em 2014 é digna de temor: milhões de zumbis, já em estado de hibernação, pois o vírus foi muito bem-sucedido na última década, olhando para uma maquininha e apertando retardadamente os botões 1, 3 e Confirma. Afinal, que outro tipo de ser votaria novamente em alguém como Dilma Roussef, a pior presidente que o Brasil já teve, de longe a mais depreparada e completamente servil ao seu partido e ao Foro de São Paulo, senão um zumbi? A teoria zumbi é a única que explica a última pesquisa, onde Dilma vence já no primeiro turno.

Alerta: o último parágrafo fala do final do filme Guerra Mundial Z.

Fico imaginando se não temos que fazer exatamente o que o Brad Pitt fez para salvar a humanidade, descobrindo que a única forma de combater os zumbis era se infectar com algum outro vírus que, ao deixar a pessoa doente, fazia com que os zumbis não desejassem mais infectá-la – ela ficava invisível a eles. E uma vez invisível, era muito fácil meter uma bala bem no meio da testa e depois queimar os bichos. Será que teremos que nos infectar com o esquerdismo, como forma de camuflagem, para conseguir acabar com essa praga por dentro?

Essa resposta deixo para você, leitor.

Eu odeio o PT

foraptJosé Genoíno, ao ser levado preso, gritou com os punhos cerrados: “Viva o PT!”

Pois eu digo, com toda a sinceridade: eu odeio o PT.

Eu odeio o PT porque é um partido que representa o que há de pior na política elevado à décima potência: político do PT rouba para perpetuar o partido no poder, e mesmo quando condenado não admite a culpa, mas tem coragem de inventar teorias conspiratórias absurdas para se justificar, esquecendo-se de que a explicação mais simples é sempre a que tem a maior probabilidade de ser verdadeira.

Eu odeio o PT porque é o partido que nos deu Lula, Dilma, Dirceu, Genoíno, Delúbio, Marco Aurélio Garcia, Ruy Falcão e outros canalhas imorais, criminosos e vilões da república das bananas do Brasil.

Eu odeio o PT porque tudo o que sai de seus quadros de políticos, e toda a sua ideologia, vai de encontro a tudo o que eu mais prezo e admiro no mundo – não há sequer uma iniciativa, ideia ou proposta que essa agremiação de psicopatas tenha criado que seja boa para os brasileiros, pois quando algo parece bom, ainda que a olhos ingênuos, carrega consigo uma vasta lista de subprodutos propositais que servem aos propósitos mais maquiavélicos e diabólicos.

Eu odeio o PT porque eu amo a liberdade, e PT e liberdade não podem existir juntos.

Eu odeio o PT porque eu sou a favor da vida, e o PT prega o assassinato de bebês, defende os “direitos” dos bandidos e assassinos e tem parte com as organizações de narcotraficantes mais perniciosas do continente, como as FARC e o PCC.

Eu odeio o PT porque creio que a educação intelectual que fomenta o pensamento crítico e criativo é a melhor ferramenta para livrar as pessoas da doutrinação ideológica, justamente o contrário do que o PT faz, que é pegar nossas crianças e torná-las, desde muito jovens, dependentes de alguém que lhes diga o que pensar e em que acreditar.

Eu odeio o PT porque aprendi que deveria amar a verdade e a odiar e combater toda a mentira, e o PT é uma grande mentira, talvez a maior que já tenha sido contada aos brasileiros em toda a sua história.

Eu odeio o PT porque é um partido que idolatra assassinos como Fidel Castro, Stálin, Lênin, Che Guevara e Mao Tsé-Tung, chegando ao ponto de dizer que os milhões de mortos deixados por esses psicopatas são um mal necessário para a causa que defendem.

Eu odeio o PT porque em suas bandeiras só se vê o culto à mediocridade e o desprezo ao talento, a recompensa ao crime e o ódio à virtude, e a personificação da vitória da ignorância nos dois presidentes mais incompetentes da história brasileira, Lula e Dilma.

Resumindo bem, EU ODEIO O PT.

Um país sem heróis

Liga-da-Justiça1Alguma vez você já parou para pensar que todos os heróis da ficção que conhecemos foram criados fora do Brasil? Batman, Super-Homem, Homem-Aranha, Thor, Hulk, Homem de Ferro, os X-Men, e a lista continuaria por páginas, sem um herói brasileiro sequer. Isso diz muito sobre a nossa mentalidade como povo, e também tem relação com as ideologias esquerdistas que têm dominado o cenário nacional.

A direita, historicamente, sempre acreditou que o homem não é um ser bonzinho, e que, independentemente do contexto onde nasce e é criado, ele carrega consigo a imperfeição e a corrupção moral, de tal forma que suas capacidades intelectuais não são suficientes para livrá-lo da possibilidade do erro. Já a esquerda tem um discurso bastante diferente, de que o homem é corrompido pela sociedade em que nasce e é criado, e que por isso bastaria construir uma sociedade “perfeita” para que dali em diante os homens não mais se corrompessem. É a base do comunismo: criar uma coletividade utópica para que a individualidade morra.

E o que isso tem a ver com não termos heróis? Tem muito a ver! Um esquerdista não precisa de heróis, porque para ele um herói é alguém que contribua ativamente para que o mundo seja transformado no que ele acredita ser o certo, independentemente das ações que esse “herói” tenha tomado para viabilizar essa transformação (ou o famoso “os fins justificam os meios”). É por isso que os esquerdistas idolatram assassinos, estupradores, genocidas e canalhas em geral, como Lênin, Stálin, Che Guevara, Fidel Castro etc. Para qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso e respeito pela vida humana, imaginar que uma pessoa que tenha causado a morte de milhares, às vezes milhões, de pessoas possa ser chamado de herói tão somente porque possibilitou a revolução comunista, e que esses mortos todos são “ossos do ofício”, casualidades no caminho de um bem maior, é algo inconcebível e inimaginável.

Enquanto os heróis da ficção são capazes de se doar pela humanidade, de sofrer e lutar até a exaustão completa por uma única vida, os heróis da esquerda fuzilam quem quer que apareça entre eles e seus planos revolucionários. E mais: o conservador de direita assiste aos filmes de heróis e lê suas histórias, e se inspira com os atos de nobreza. O esquerdista lê sobre seus heróis assassinos e vibra com a morte dos anti-revolucionários. Enfim, é uma diferença tão grande como céu e inferno, como bem e mal, como luzes e trevas. E se você está achando que eu estou comparando a esquerda com as trevas, você acertou. A esquerda é o fim da humanidade livre, é o fim da virtude, é a banalização da vileza e o culto à maldade.

E como ficamos aqui no Brasil? Num país onde o governo foi entregue à esquerda, mas o povo continua sendo conservador em sua grande maioria, a busca por heróis nunca cessa. Infelizmente ela acaba sendo feita na base da fé nos homens públicos. Quem não se lembra, no auge do julgamento do Mensalão, do número de postagens no Facebook que pediam que Joaquim Barbosa se candidatasse? Sim, ele foi o nosso herói de 2013, aquele que acendeu uma pequena chama de esperança no coração de tantos brasileiros. Infelizmente ele não tinha poderes especiais, e foi decepção completa o que os brasileiros sentiram naquela dia fatídico, 18 de setembro de 2013, quando os mensaleiros conseguiram o que queriam através do voto do ministro Celso de Mello. Se Joaquim Barbosa foi nosso Super-Homem por alguns dias, Celso de Mello cumpriu muito bem seu papel de Lex Luthor.

Brasil, a Liga da Injustiça.

Bandido bom é…

jailcell2_1Qual foi o complemento da frase que passou imediatamente em sua cabeça quando você leu as três palavras do título? Esse complemento diz muito sobre sua inclinação política e sobre o seu caráter. Vou contar uma breve história, mas fique com esse complemento em mente, pois você vai precisar dele mais tarde para finalizarmos o texto.

Tenho amigos e conhecidos que moram no Rio de Janeiro, e por mais que cariocas e paulistanos tenham uma certa rixa regionalista, uma coisa temos em comum: vivemos em constante estado de temor por nossa segurança. Por mais que vejamos notícias de assaltos, homicídios, sequestros e arrastões, eu nunca havia tido o infortúnio de passar por uma situação mais perigosa, e nem mesmo conhecia alguém que tivesse passado. Mas isso foi até sábado passado, quando vi o post de Facebook de um conhecido do Rio, pedindo que enviássemos nossos contatos novamente pois ele havia sido sequestrado e passado mais de três horas em poder dos bandidos.

Sabendo do ocorrido, consegui falar com ele no dia seguinte. Os detalhes foram assustadores: ele foi pego por quatro bandidos, que o fizeram trocar de veículo e acompanhá-los por diversos bancos e lojas para realizar saques e compras nos cartões de débito. Um dos bandidos carregava uma granada e ficava tirando e recolocando o pino de segurança, e houve momentos em que ensacaram a cabeça da vítima que, pai de família e com suas crianças esperando em casa, pensou que jamais os abraçaria novamente.

Uma coisa que esse conhecido me contou foi que os bandidos, em vários momentos, se referiam ao que estavam fazendo como “trabalho”. Lembrei imediatamente de um depoimento recente que saiu em portais de notícias e nas mídias sociais de uma mãe de bandido que sabia que seu filho saía para assaltar e diante das câmeras dizia “ele sai para trabalhar toda manhã”. Parece apenas uma gíria, um modo de falar, mas quando uma pessoa acredita que sair para cometer crimes é um trabalho, qual a chance dessa pessoa abandonar essa vida de crimes e sair em busca de um trabalho de verdade? Nenhuma! A partir do momento em que se subverte o significado de “trabalho” em algo tão torpe e tão longe do significado original da palavra, a perda de conexão do símbolo com o real afeta todos os outros símbolos (palavras) que se relacionam a ela. Por exemplo: se eu acredito que roubar é uma forma de trabalho, então vou acabar acreditando que roubar é aceitável, pois o trabalho é algo não somente aceitável, mas desejável em nossa sociedade. Além disso, para tornar esse conceito palatável a mim mesmo terei que acreditar que o bandido não tem culpa do que faz. E assim por diante.

Voltemos agora ao início do texto, e ao que passou em sua mente. Se você pensou logo em complementos do tipo “Bandido bom é bandido preso” ou “Bandido bom é bandido morto”, é porque você é um cidadão normal, que preza pela vida, que acredita que as pessoas são responsáveis por seus atos, e que sabe que lugar de bandido é na cadeia.

Mas, incrivelmente, vemos gente que completa essa frase com “Bandido bom é todo bandido, pois são injustiçados pela sociedade e não têm outra opção senão o crime”. Se você pensou assim, meus pêsames: sua mente já foi dominada pela ideologia nojenta e repugnante de um dos homens que mais causou mal ao mundo, Jean-Jacques Rousseau. Esse imbecil conseguiu construir um arcabouço de ideias absurdas que tentam provar que o homem é bonzinho, mas a sociedade o corrompe e praticamente o obriga a ser um criminoso.

A sociedade brasileira não suporta mais o modo leniente e a impunidade com que são tratados os bandidos que nos tiram a paz e a vida. Nossos 50.000 mortos por ano nos tornam um dos países mais violentos do mundo, e nossas ONGs e órgãos de defesa dos direitos humanos continuam do lado errado. Esse é o modo que a esquerda opera, por mais antagônico que seja ao desejo da população.

Em 2014, Direitas Já!

A Esquerda Infiltrada – Assassinato de Bebês

startsatsixty-rotten-strawberryDesde 1988 a esquerda tem agido ativamente para tornar o aborto em algo comum e legalmente permitido. E em 2013, 25 anos depois, esse objetivo foi atingido no Brasil com a aprovação da Lei 12.845/2013, conhecida nos movimentos pró-vida como Lei Cavalo de Troia. Para quem quiser acessar o conteúdo completo sobre essa atrocidade, há um link muito bom disponível, http://www.documentosepesquisas.com/cavalodetroia.pdf.

Eu não vou focar o texto de hoje na lei em si. Para nossos propósitos basta sabermos que essa lei torna o aborto não só permitido, mas também uma obrigação do Estado, nos casos em que mulheres que se declarem vítimas de violência sexual o solicitarem. Fica muito claro para mim, e para todos que conheço que lutam pela vida e contra o aborto, que isso é pura e simplesmente uma autorização para o aborto gratuito e fácil no Brasil. Afinal, basta que a mulher chegue a um hospital público e diga que foi estuprada (ela pode inclusive alegar que não conhece o estuprador) e que quer tomar medidas abortivas. Como o estupro não pressupõe necessariamente agressão física, basta que o sexo tenha sido alegadamente não consensual para que esta mulher tenha o direito ao aborto.

Mas o nosso tema hoje é A Esquerda Inflitrada. Qual a relação com a lei acima citada?

Tenho acompanhado uma discussão no Facebook, iniciada em postagens de um grupo pró-vida que busca a revogação dessa lei insana. E eis que surge, de dentro do grupo, uma voz esquerdista, a dizer que “considero totalmente contraproducente essa iniciativa, como outras que vêm sendo tomadas nesse assunto. Em primeiro lugar, ela relata de modo errado a lei aprovada, que não permite o aborto em qualquer situação, como se diz no texto. Somente uma interpretação totalmente distorcida poderia levar a pensar assim, e penso que fazemos um péssimo trabalho ao endossar essa interpretação, que nem o governo (sic) pretende fazer. Que vantagem temos em ficar dizendo que o aborto no Brasil está aprovado?“.

O agente infiltrado (neste caso uma agente) tenta apelar primeiramente para o texto em sua interpretação mais ingênua possível (a lei aprovada, que não permite o aborto em qualquer situação”)Depois passa para o ataque direto às pessoas que, até aquele momento, eram suas companheiras de causa (“Somente uma interpretação totalmente distorcida poderia levar a pensar assim”). Em seguida coloca-se como autoridade e juiz sobre o grupo, emitindo seu parecer (penso que fazemos um péssimo trabalho ao endossar essa interpretação”) e deposita a confiança no Governo, o mesmo que até aquele momento a agente esquerdista dizia combater (“que nem o governo (sic) pretende fazer”). Para finalizar coloca uma questão “bolinha de fumaça Ninja” e sai correndo do debate (“Que vantagem temos em ficar dizendo que o aborto no Brasil está aprovado?”).

Veja como a esquerda trabalha infiltrada em grupos de direita conservadora. Seus agentes trabalham às vezes por anos em disfarces conservadores, participando ativamente de movimentos contrários às suas orientações políticas, para no momento exato interferir cirurgicamente e fazer o que todo agente infiltrado é treinado para fazer: sabotagem.

A grande vantagem da esquerda na guerra ideológica é justamente essa: ela consegue fazer a infiltração e a sabotagem tão bem, porque é muito fácil apodrecer algo que esteja saudável, mas impossível tornar saudável algo que esteja podre. Imagine a situação oposta, onde um agente infiltrado da direita tentasse promover a agenda pró-vida no meio de abortistas – é como colocar uma zebra no meio de leões para que ela os convença a adotar o vegetarianismo. Por isso a esquerda tem sido bem sucedida em sua agenda assassina, porque ela dá vazão às psicopatias e à vileza do homem, e não exige nenhum sacrifício, nenhuma trava moral, nenhuma reflexão intimista. Ao contrário, o esquerdismo estimula o homem a ser tudo de pior que ele pode ser, sem restrições.

Todo grupo ou organização que lute contra o esquerdismo e todas as suas vertentes assassinas precisa estar em constante vigilância, para não permitir que esses infiltrados ocupem espaços e posições de destaque. Como em toda a guerra, é muito mais eficiente conter a sabotagem do que lidar com os efeitos da mesma.