O Papa é vermelho?

papa-francisco-ateusO Papa Francisco publicou ontem sua primeira exortação apostólica. E eu li o texto traduzido em português.

Antes de fazer qualquer comentário eu preciso dizer o que penso a respeito da Igreja Católica, que chamarei no restante do texto de IC. Para mim a importância da IC nas atuais circunstâncias em que vivemos é de uma magnitude muito grande. O mundo está se tornando mais vermelho e menos livre, e o esquerdismo, cujo objetivo é tornar esse planeta em um grande governo comunista para todos, vem ganhando terreno em muitas nações. Os valores da direita são ameaçados e confrontados todos os dias por políticos, ativistas e militantes da esquerda, os criadores dos “ismos” – feminismo, racismo, gayzismo etc. – que tanto dividem as sociedades e minam o poder de reação das pessoas.

Além disso, é um mundo onde o próprio cristianismo vem sendo combatido veementemente, com uma intolerância ímpar. O cristianismo é hoje a religião mais combatida do mundo, mesmo sendo a mais tolerante de todas. Nos países de maioria cristã os gays podem ser gays, as mulheres podem ser mulheres, os muçulmanos podem ser muçulmanos, sem medo de morrer por isso. Já nas nações islâmicas os gays são assassinados, as mulheres são discriminadas e os cristãos são perseguidos, e ainda assim não há um esquerdista que seja contra o islamismo. Pelo contrário, eles soltam suas vozes nos países democráticos e de herança judaico-cristã, lugares onde podem falar à vontade, pois sua liberdade de expressão é garantida, com seus discursos cheios de ódio por essa mesma liberdade que os garante vivos. É o caso mais absurdo de auto-contradição da história humana.

É nesse mundo que eu vejo a necessidade de uma instituição como a IC. A herança judaico-cristã, que ainda garante a uma parcela da população mundial a liberdade de expressão e os direitos à vida, à propriedade privada e à individualidade, é fruto direto da IC e de sua historia na Terra, bem como o são as universidades, hospitais e tantas outras belas contribuições que a IC fez à humanidade. Essa instituição gigantesca, presente em tantos lugares, capilarizada em pequenas congregações, atingindo populações de todas as classes sociais e níveis intelectuais, possui uma capacidade geradora de mudanças como nenhuma outra instituição individual no mundo. E agora, numa hora em que o mundo enfrenta a ameaça de uma era de trevas, o Papa, representante maior da IC, em vez de se posicionar contra o marxismo e suas consequências nefastas, prefere compor um discurso de viés esquerdista, atacando o livre mercado e deixando o verdadeiro inimigo de fora de sua análise. Vejamos alguns trechos:

Assim como o mandamento «não matar» põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana, assim também hoje devemos dizer «não a uma economia da exclusão e da desigualdade social». Esta economia mata. ” – o que é isso Papa??? O que matou mais no século passado, a “economia de exclusão” ou os ditadores comunistas sanguinários? Onde se morre mais, na Cuba da igualdade da pobreza ou nos Estados Unidos da desigualdade da riqueza?

Neste contexto, alguns defendem ainda as teorias da «recaída favorável» que pressupõem que todo o crescimento econômico, favorecido pelo livre mercado, consegue por si mesmo produzir maior equidade e inclusão social no mundo. Esta opinião, que nunca foi confirmada pelos fatos, exprime uma confiança vaga e ingênua na bondade daqueles que detêm o poder econômico e nos mecanismos sacralizados do sistema econômico reinante.” – de novo Papa? Que fatos são esses a que se refere? Parece que o senhor não estudou as estatísticas mundiais que mostram que, quanto mais livre a economia de uma nação, maior é a qualidade de vida das pessoas. Se isso não é confirmação de que o livre mercado é bom, o que mais o senhor precisa para mudar sua opinião? E onde está escrito que as pessoas precisam ser iguais no sentido econômico do termo? Em qual parte da teologia católica o senhor se estriba para afirmar isso?

Neste sistema que tende a fagocitar tudo para aumentar os benefícios, qualquer realidade que seja frágil, como o meio ambiente, fica indefesa face aos interesses do mercado divinizado, transformados em regra absoluta.” – era só o que faltava, Papa. O senhor também virou ativista ambientalista? Quais estudos os senhor consultou para dizer que o meio ambiente é indefeso contra os interesses do mercado? Aliás, quando o senhor chama o meio ambiente de “realidade frágil”, o que quer dizer com isso? Afinal, muito dessa fragilidade parece ter sido desmascarada pelos mais diversos cientistas no mundo inteiro, que têm desmentido as previsões cataclísmicas que foram feitas na última década, as quais se mostraram todas erradas.

Hoje, em muitas partes, reclama-se maior segurança. Mas, enquanto não se eliminar a exclusão e a desigualdade dentro da sociedade e entre os vários povos será impossível desarreigar a violência.” – poxa Papa, agora o senhor me deixou triste. Invocar o besteirol de que a violência é fruto da desigualdade foi um golpe baixo. O senhor não entende que a exclusão e a desigualdade são intrínsecas das sociedades humanas, e que somente no paraíso pós-morte é que há alguma chance dessa condição ser erradicada? O senhor não vê que os homens que lutaram pelo fim dessa desigualdade através da implantação de uma “sociedade justa” foram os que mais mataram seres humanos em toda a nossa história?

Bom, o texto é muito longo, e esses são apenas alguns trechos que me deixaram realmente preocupado com o posicionamento deste Papa. Para mim é uma grande decepção que o líder máximo da única instituição com massa suficiente para ofuscar a escalada comunista seja tão “vermelho” em sua primeira exortação. Esse posicionamento tão antagônico ao livre mercado e ao capitalismo salta aos olhos, e acaba por ofuscar o restante do texto, que contém parágrafos excelentes sobre outros temas importantes.

Só o tempo dirá se esse Papa fala realmente em nome de Deus.

A Nação Zumbi

zombiesNeste domingo que passou eu assisti ao filme Guerra Mundial Z. Para quem não ouviu falar, o filme conta a história de uma epidemia que se alastrou rapidamente na Terra, transformando as pessoas em zumbis. E os zumbis do filme ficam alucinados quando veem uma pessoa normal, pois o “objetivo” do vírus zumbi é se propagar ao máximo, e só não acabará com a raça humana graças a um homem, o investigador das Nações Unidas interpretado por Brad Pitt. Aliás, essa substituição do salvador, que geralmente é americano, por alguém da ONU, é algo que não me agradou nem um pouco. Qualquer dia escreverei sobre a ONU e seu papel nos planos da esquerda mundial.

Enfim, algo interessante neste filme de zumbis é que, quando eles não tem mais humanos para morder e contaminar, ficam num estado de hibernação, andando para lá e para cá no maior estilo “monstro retardado”.

Hoje quando acordei e li sobre a mais recente pesquisa para as eleições de 2014 eu me dei conta que vivo no meio de uma nação de zumbis. Não sabemos quem foi o “paciente zero”, mas imagina-se que ele seja metalúrgico e tenha sido infectado durante algum discurso do Sr. Luis Inácio da Silva, um dos criadores do vírus zumbi tupiniquim.

No início essa praga se alastrava de forma mais contida, pois levava mais tempo para infectar as pessoas. Sua disseminação se dava somente nos lugares de menor higiene intelectual (eufemismo para qualquer lugar onde haja um petista falando), onde o vírus podia se movimentar livremente. Pesquisas indicam que reuniões de partidos de esquerda foram os grandes focos de transmissão do vírus, pois quanto mais fraco o cérebro e menos esclarecida a pessoa, mais rápido é o contágio.

Com o tempo vieram as mutações, e as formas de contágio foram se multiplicando. Agentes catalisadores como marqueteiros de campanha e musiquinhas Lulalá fizeram que a massa de zumbis crescesse ao ponto de eleger um homem desprezível como o Sr. Luis Inácio da Silva para a presidência da República. Esse foi o golpe de mestre, pois estando o criador do vírus no comando da nação, novas formas cruéis de disseminação do vírus foram criadas. Sabe-se que, atualmente, a forma mais eficaz de tornar uma pessoa em um zumbi é colocando-a em algum programa intitulado “Bolsa Alguma Coisa”. O vírus já vem naquele cartãozinho aparentemente inócuo, mas que corrói a pessoa por dentro, transformando-a num zumbi sugador de esmolas do Estado.

A cena que nos espera em 2014 é digna de temor: milhões de zumbis, já em estado de hibernação, pois o vírus foi muito bem-sucedido na última década, olhando para uma maquininha e apertando retardadamente os botões 1, 3 e Confirma. Afinal, que outro tipo de ser votaria novamente em alguém como Dilma Roussef, a pior presidente que o Brasil já teve, de longe a mais depreparada e completamente servil ao seu partido e ao Foro de São Paulo, senão um zumbi? A teoria zumbi é a única que explica a última pesquisa, onde Dilma vence já no primeiro turno.

Alerta: o último parágrafo fala do final do filme Guerra Mundial Z.

Fico imaginando se não temos que fazer exatamente o que o Brad Pitt fez para salvar a humanidade, descobrindo que a única forma de combater os zumbis era se infectar com algum outro vírus que, ao deixar a pessoa doente, fazia com que os zumbis não desejassem mais infectá-la – ela ficava invisível a eles. E uma vez invisível, era muito fácil meter uma bala bem no meio da testa e depois queimar os bichos. Será que teremos que nos infectar com o esquerdismo, como forma de camuflagem, para conseguir acabar com essa praga por dentro?

Essa resposta deixo para você, leitor.

Eu odeio o PT

foraptJosé Genoíno, ao ser levado preso, gritou com os punhos cerrados: “Viva o PT!”

Pois eu digo, com toda a sinceridade: eu odeio o PT.

Eu odeio o PT porque é um partido que representa o que há de pior na política elevado à décima potência: político do PT rouba para perpetuar o partido no poder, e mesmo quando condenado não admite a culpa, mas tem coragem de inventar teorias conspiratórias absurdas para se justificar, esquecendo-se de que a explicação mais simples é sempre a que tem a maior probabilidade de ser verdadeira.

Eu odeio o PT porque é o partido que nos deu Lula, Dilma, Dirceu, Genoíno, Delúbio, Marco Aurélio Garcia, Ruy Falcão e outros canalhas imorais, criminosos e vilões da república das bananas do Brasil.

Eu odeio o PT porque tudo o que sai de seus quadros de políticos, e toda a sua ideologia, vai de encontro a tudo o que eu mais prezo e admiro no mundo – não há sequer uma iniciativa, ideia ou proposta que essa agremiação de psicopatas tenha criado que seja boa para os brasileiros, pois quando algo parece bom, ainda que a olhos ingênuos, carrega consigo uma vasta lista de subprodutos propositais que servem aos propósitos mais maquiavélicos e diabólicos.

Eu odeio o PT porque eu amo a liberdade, e PT e liberdade não podem existir juntos.

Eu odeio o PT porque eu sou a favor da vida, e o PT prega o assassinato de bebês, defende os “direitos” dos bandidos e assassinos e tem parte com as organizações de narcotraficantes mais perniciosas do continente, como as FARC e o PCC.

Eu odeio o PT porque creio que a educação intelectual que fomenta o pensamento crítico e criativo é a melhor ferramenta para livrar as pessoas da doutrinação ideológica, justamente o contrário do que o PT faz, que é pegar nossas crianças e torná-las, desde muito jovens, dependentes de alguém que lhes diga o que pensar e em que acreditar.

Eu odeio o PT porque aprendi que deveria amar a verdade e a odiar e combater toda a mentira, e o PT é uma grande mentira, talvez a maior que já tenha sido contada aos brasileiros em toda a sua história.

Eu odeio o PT porque é um partido que idolatra assassinos como Fidel Castro, Stálin, Lênin, Che Guevara e Mao Tsé-Tung, chegando ao ponto de dizer que os milhões de mortos deixados por esses psicopatas são um mal necessário para a causa que defendem.

Eu odeio o PT porque em suas bandeiras só se vê o culto à mediocridade e o desprezo ao talento, a recompensa ao crime e o ódio à virtude, e a personificação da vitória da ignorância nos dois presidentes mais incompetentes da história brasileira, Lula e Dilma.

Resumindo bem, EU ODEIO O PT.

Um país sem heróis

Liga-da-Justiça1Alguma vez você já parou para pensar que todos os heróis da ficção que conhecemos foram criados fora do Brasil? Batman, Super-Homem, Homem-Aranha, Thor, Hulk, Homem de Ferro, os X-Men, e a lista continuaria por páginas, sem um herói brasileiro sequer. Isso diz muito sobre a nossa mentalidade como povo, e também tem relação com as ideologias esquerdistas que têm dominado o cenário nacional.

A direita, historicamente, sempre acreditou que o homem não é um ser bonzinho, e que, independentemente do contexto onde nasce e é criado, ele carrega consigo a imperfeição e a corrupção moral, de tal forma que suas capacidades intelectuais não são suficientes para livrá-lo da possibilidade do erro. Já a esquerda tem um discurso bastante diferente, de que o homem é corrompido pela sociedade em que nasce e é criado, e que por isso bastaria construir uma sociedade “perfeita” para que dali em diante os homens não mais se corrompessem. É a base do comunismo: criar uma coletividade utópica para que a individualidade morra.

E o que isso tem a ver com não termos heróis? Tem muito a ver! Um esquerdista não precisa de heróis, porque para ele um herói é alguém que contribua ativamente para que o mundo seja transformado no que ele acredita ser o certo, independentemente das ações que esse “herói” tenha tomado para viabilizar essa transformação (ou o famoso “os fins justificam os meios”). É por isso que os esquerdistas idolatram assassinos, estupradores, genocidas e canalhas em geral, como Lênin, Stálin, Che Guevara, Fidel Castro etc. Para qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso e respeito pela vida humana, imaginar que uma pessoa que tenha causado a morte de milhares, às vezes milhões, de pessoas possa ser chamado de herói tão somente porque possibilitou a revolução comunista, e que esses mortos todos são “ossos do ofício”, casualidades no caminho de um bem maior, é algo inconcebível e inimaginável.

Enquanto os heróis da ficção são capazes de se doar pela humanidade, de sofrer e lutar até a exaustão completa por uma única vida, os heróis da esquerda fuzilam quem quer que apareça entre eles e seus planos revolucionários. E mais: o conservador de direita assiste aos filmes de heróis e lê suas histórias, e se inspira com os atos de nobreza. O esquerdista lê sobre seus heróis assassinos e vibra com a morte dos anti-revolucionários. Enfim, é uma diferença tão grande como céu e inferno, como bem e mal, como luzes e trevas. E se você está achando que eu estou comparando a esquerda com as trevas, você acertou. A esquerda é o fim da humanidade livre, é o fim da virtude, é a banalização da vileza e o culto à maldade.

E como ficamos aqui no Brasil? Num país onde o governo foi entregue à esquerda, mas o povo continua sendo conservador em sua grande maioria, a busca por heróis nunca cessa. Infelizmente ela acaba sendo feita na base da fé nos homens públicos. Quem não se lembra, no auge do julgamento do Mensalão, do número de postagens no Facebook que pediam que Joaquim Barbosa se candidatasse? Sim, ele foi o nosso herói de 2013, aquele que acendeu uma pequena chama de esperança no coração de tantos brasileiros. Infelizmente ele não tinha poderes especiais, e foi decepção completa o que os brasileiros sentiram naquela dia fatídico, 18 de setembro de 2013, quando os mensaleiros conseguiram o que queriam através do voto do ministro Celso de Mello. Se Joaquim Barbosa foi nosso Super-Homem por alguns dias, Celso de Mello cumpriu muito bem seu papel de Lex Luthor.

Brasil, a Liga da Injustiça.

Eu sou você amanhã

brasilvenezuelaA Venezuela não se cansa de nos dar exemplos do que não fazer, e nós também não nos cansamos de ignorar esse exemplos e fazer exatamente o que não se deve. Embora muitas pessoas insistam em acreditar e dizer que o Brasil não é a Venezuela, e que não há como acontecer aqui tudo o que aconteceu por lá, quem olhar para uma década atrás verá que a Venezuela daquela época estava sendo preparada para o totalitarismo comunista em estágios semelhantes ao que vivemos hoje no Brasil. O então presidente (e hoje semi-deus) Hugo Chávez havia aparelhado as instituições democráticas como o PT vem fazendo no Brasil, conseguindo maiorias em todas elas: Câmara, Senado e Suprema Corte. O Brasil,  uma década depois da Venezuela, também tem suas instituições tomadas pela corja petista, com maioria nessas três casas. Esse processo se consolidou neste ano, na última troca de ministros do STF, troca que garantiu aos réus do Mensalão a impunidade, como todos puderam ver alguns meses atrás.

Outra semelhança com uma década de diferença diz respeito à indignação popular e à tentativa de mudança, na base da revolta. Em 2002 houve uma revolta popular anti-Chávez com a tomada do poder, por menos de dois dias, por Pedro Carmona, presidente da Federação Venezuelana de Câmaras de Comércio. Por falta de apoio popular e também contando com a força de sua Guarda Presidencial, Chávez retomou o poder rapidamente e a partir daquele momento acelerou o processo de endurecimento autoritário de seu governo. Uma década depois vimos no Brasil os movimentos de rua que por duas semanas mostraram a revolta de setores da população brasileira com o governo atual, mas que também foram rapidamente sufocados com a inserção de manifestantes pró-governo no meio das multidões que protestavam e com a ação de milícias terroristas (os tais black blocs) para incitar violência e medo nas multidões. O governo petista não só resistiu a esse período de revoltas, mas viu a popularidade da presidente mais despreparada e incapaz da história retornar a patamares de aprovação dignos de um Reagan ou de uma Thatcher. E o equivalente da Guarda Presidencial de Chávez existe no Brasil e se chama Força Nacional de Segurança, a guarda pretoriana de Dilma Roussef.

Se estamos sempre fazendo as burradas da Venezuela uma década depois, o que será que veremos no Brasil em 2023? Futurologia nunca foi uma de minhas especialidades, mas prever esse futuro é mais fácil do que fazer aquelas previsões que ouvimos na Globo, na virada do ano, geralmente da boca de algum pai-de-santo, do tipo “no ano que entra veremos a morte de uma celebridade muito querida” ou “no próximo ano o mundo assistirá a uma tragédia natural”. Pois eu digo que, se em 2014 o povo brasileiro mantiver o PT no Governo Federal, em 2023 podemos contar com falta de papel higiênico, com supermercados vazios, com Natal antecipado, com a comemoração do Dia de São Lula (até lá ele já deve ter morrido – ninguém bebe tanta cachaça em uma vida só e fica impune), e o pior de tudo, com a implantação dos últimos estágios para o regime comunista, com a supressão total de liberdades e o início de prisões e assassinatos daqueles que não aderirem à “revolução”.

As notícias de hoje sobre o governo venezuelano são de que Maduro está a um voto, na Assembleia Nacional, de conseguir aprovar uma lei (a lei Habilitante) que o permitirá governar por decretos em situações de crise nacional. E a crise que ele enfrenta no momento é a do desabastecimento generalizado, situação criada pelo próprio governo com suas medidas intervencionistas, a estatização de empresas e a inflação que vem subindo a galope. A última medida de Maduro, que corta os preços de eletrônicos e eletrodomésticos em até 77% por decreto, causou a ida de multidões às lojas para aproveitar a redução, já que antes do decreto uma TV de 47 polegadas custava apenas o equivalente a R$ 40.000,00.

Até uma criança sabe que não se baixa preços e não se acaba com a inflação e com o desabastecimento por decreto. A economia venezuelana vem sendo destruída sistematicamente por seus governantes, e agora, quando já se encontra em coma, ela cobra o preço de tantos anos de esquerdismo desenfreado: falência total e completa do país, mesmo com todas as reservas de petróleo que a Venezuela possui em seu território. Mas não devemos entender essa situação como uma simples burrice de Chávez e agora de Maduro. Na verdade, tudo vem sendo feito para conduzir o país exatamente ao ponto de tornar a situação tão insuportável que o caos seja inevitável, “obrigando” Maduro a se utilizar de mecanismos totalitários para condução do poder. É o que ele espera conseguir com a tentativa de aprovação da lei Habilitante.

Lembra da propaganda da vodca Orloff? Se você não lembra ou é novo demais para ter visto, não deixe de conferir este vídeo, e imagine a Venezuela dizendo isso para nós: eu sou você, amanhã. Vamos realmente acordar daqui a dez anos com uma ressaca enorme de duas décadas de governo esquerdista, e ver que não existe Engov no mundo que nos ajude a sair dela? Tudo dependerá das eleições de 2014. Veremos…

Bandido bom é…

jailcell2_1Qual foi o complemento da frase que passou imediatamente em sua cabeça quando você leu as três palavras do título? Esse complemento diz muito sobre sua inclinação política e sobre o seu caráter. Vou contar uma breve história, mas fique com esse complemento em mente, pois você vai precisar dele mais tarde para finalizarmos o texto.

Tenho amigos e conhecidos que moram no Rio de Janeiro, e por mais que cariocas e paulistanos tenham uma certa rixa regionalista, uma coisa temos em comum: vivemos em constante estado de temor por nossa segurança. Por mais que vejamos notícias de assaltos, homicídios, sequestros e arrastões, eu nunca havia tido o infortúnio de passar por uma situação mais perigosa, e nem mesmo conhecia alguém que tivesse passado. Mas isso foi até sábado passado, quando vi o post de Facebook de um conhecido do Rio, pedindo que enviássemos nossos contatos novamente pois ele havia sido sequestrado e passado mais de três horas em poder dos bandidos.

Sabendo do ocorrido, consegui falar com ele no dia seguinte. Os detalhes foram assustadores: ele foi pego por quatro bandidos, que o fizeram trocar de veículo e acompanhá-los por diversos bancos e lojas para realizar saques e compras nos cartões de débito. Um dos bandidos carregava uma granada e ficava tirando e recolocando o pino de segurança, e houve momentos em que ensacaram a cabeça da vítima que, pai de família e com suas crianças esperando em casa, pensou que jamais os abraçaria novamente.

Uma coisa que esse conhecido me contou foi que os bandidos, em vários momentos, se referiam ao que estavam fazendo como “trabalho”. Lembrei imediatamente de um depoimento recente que saiu em portais de notícias e nas mídias sociais de uma mãe de bandido que sabia que seu filho saía para assaltar e diante das câmeras dizia “ele sai para trabalhar toda manhã”. Parece apenas uma gíria, um modo de falar, mas quando uma pessoa acredita que sair para cometer crimes é um trabalho, qual a chance dessa pessoa abandonar essa vida de crimes e sair em busca de um trabalho de verdade? Nenhuma! A partir do momento em que se subverte o significado de “trabalho” em algo tão torpe e tão longe do significado original da palavra, a perda de conexão do símbolo com o real afeta todos os outros símbolos (palavras) que se relacionam a ela. Por exemplo: se eu acredito que roubar é uma forma de trabalho, então vou acabar acreditando que roubar é aceitável, pois o trabalho é algo não somente aceitável, mas desejável em nossa sociedade. Além disso, para tornar esse conceito palatável a mim mesmo terei que acreditar que o bandido não tem culpa do que faz. E assim por diante.

Voltemos agora ao início do texto, e ao que passou em sua mente. Se você pensou logo em complementos do tipo “Bandido bom é bandido preso” ou “Bandido bom é bandido morto”, é porque você é um cidadão normal, que preza pela vida, que acredita que as pessoas são responsáveis por seus atos, e que sabe que lugar de bandido é na cadeia.

Mas, incrivelmente, vemos gente que completa essa frase com “Bandido bom é todo bandido, pois são injustiçados pela sociedade e não têm outra opção senão o crime”. Se você pensou assim, meus pêsames: sua mente já foi dominada pela ideologia nojenta e repugnante de um dos homens que mais causou mal ao mundo, Jean-Jacques Rousseau. Esse imbecil conseguiu construir um arcabouço de ideias absurdas que tentam provar que o homem é bonzinho, mas a sociedade o corrompe e praticamente o obriga a ser um criminoso.

A sociedade brasileira não suporta mais o modo leniente e a impunidade com que são tratados os bandidos que nos tiram a paz e a vida. Nossos 50.000 mortos por ano nos tornam um dos países mais violentos do mundo, e nossas ONGs e órgãos de defesa dos direitos humanos continuam do lado errado. Esse é o modo que a esquerda opera, por mais antagônico que seja ao desejo da população.

Em 2014, Direitas Já!

O Marco Petista da Internet

censuradoUma das maneiras mais sórdidas que os governos de esquerda utilizam para controlar as empresas e a economia de uma nação são as infinitas regulamentações sobre as diferentes atividades econômicas e as taxações sobre lucros. Ambas causam o mesmo efeito: diminuição de lucros com decorrente desestímulo à atividade empresarial, que no longo prazo leva à falência de empresas e deterioração da economia. Assim, a cada nova regra ou imposto criados, o Governo dificulta a vida dos empresários, e ao mesmo tempo lança linhas de crédito e programas para “ajudar” esses mesmos empresários, num movimento claramente planejado, com o único propósito de ganhar cada vez mais controle sobre as empresas. A conversa é mais ou menos a seguinte:

– Você está lucrando muito! Quero uma parte dos seus lucros para governar melhor.

– Ok Governo. Aqui está sua parte.

– Ainda é pouco!!! Quero mais, e também criei umas regras novas que você vai precisar seguir.

– Mas Governo, nessas condições eu vou acabar quebrando! Vou ter que demitir muita gente!

– Hmmm… É verdade. Então façamos o seguinte: eu não abro mão do aumento de impostos e nem das novas regras, mas vou te emprestar um dinheiro da Caixa Econômica a juros baixinhos, e criar uma agência de fomento à sua atividade econômica.

E nesse momento o empresário percebeu que está ferrado. Afinal, se inicialmente havia apenas ele e seus concorrentes vendendo e lucrando, agora o montante de gente que precisa ser remunerado com a mesma geração de riqueza é muito maior! Adicionaram-se os órgãos governamentais de tributação e fiscalização, o banco, a agência de regulamentação, a agência de fomento, e mais uma miríade de petistas vagabundos que precisam conseguir seu sustento parasitando alguém que realmente trabalha. Para manter a lucratividade em níveis aceitáveis o empresário precisa aumentar o valor de venda de seus produtos e serviços, porque a única opção restante seria fechar as portas. E aí o pagador-mor de patos e engolidor-mor de sapos paga por isso – ele mesmo, o cliente final.

O desGoverno petista já colocou suas mãos em muitos setores da economia para atrapalhar, e a bola da vez talvez seja o mais dinâmico e criador de riquezas da atualidade: a internet. Criada e crescida em total liberdade, esse monstro gerador de riquezas, que tem servido de berço para empresas como Google, Facebook e Yahoo, e impulsionado outras gigantes do setor de informática como Apple, Microsoft e HP, está sob ataque no Brasil. Com o pretexto absurdo de garantir a segurança dos dados brasileiros, a presidANTA Dilma quer forçar a aprovação de um texto modificado que impede as empresas de telecomunicações de cobrarem por serviços de forma customizada, algo que poderia baixar o custo de acesso de muita gente, e obrigando grandes empresas geradoras de dados a manterem no Brasil centros de armazenamento imunes à espionagem americana.

Sobre a primeira questão, é novamente a interferência do Estado num setor da economia que segue tão bem e em crescimento acelerado. Querem diminuir a autonomia das empresas em lidar com seus diferentes segmentos de clientes, com o discurso imbecil de “igualdade de acesso”. Ora, qual é o problema da empresa de telecom me cobrar um valor diferente do meu vizinho, se eu e meu vizinho utilizamos a internet de forma bem diferente? Se ele fica o dia todo baixando filmes e eu apenas uso a minha conexão para enviar e receber e-mails, o que há de injusto em cobrar valores diferentes para nós dois?

Já a segunda questão é mais séria, pois envolve a disponibilização de nossos dados ao Governo. Um esquerdista jamais toma uma decisão e cria uma regra, uma regulamentação, sem uma segunda intenção, que geralmente ele mantém em segredo. Neste caso a exigência será de que as empresas mantenha centros de armazenamento de dados no Brasil, para evitar o acesso indevido de dados, tudo feito com base no teatro montado pela senhora Dilma, terrorista de carteirinha, em relação à espionagem norte-americana envolvendo as conversas da referida presidANTA. Mas, como sempre, só não enxerga quem não quer: esta exigência levará necessariamente a uma situação em que o Governo tenha como vasculhar nossos dados, nossos posts de Facebook, nossos e-mails, nossos blogs, enfim, toda a parcela de nossa vida que está hoje nas mãos de Google, Yahoo, Facebook, LinkedIn etc. E num governo que não tem nenhum apreço pela liberdade, que adora uma censura, e que persegue seus opositores, isso não será nada bom.

O Marco Civil da Internet, no texto que o PT quer aprovar, é o início da tirania petista no último bastião de resistência da direita no Brasil. A situação é delicada e o futuro está em jogo.