Homofobia? Não. O nome certo é mentira, histeria e falta de caráter.

histeriaA esquerda brasileira perdeu a noção de muitas coisas, se é que já teve alguma. Em sua ânsia desenfreada de controlar as chamadas “minorias” e dividir a sociedade em grupos que se odeiem mutuamente, “intelectuais” esquerdistas abusam do uso de palavras e termos completamente fora de seu significado original, num movimento constante em direção à histeria e à manipulação das massas.

A motivação deste post são os acontecimentos recentes relacionados à morte do adolescente Kaique Augusto Batista dos Santos. Vejamos o que aconteceu, cronologicamente:

  1. Na madrugada do dia 11 de janeiro o adolescente é encontrado morto na Av. Nove de Julho, em São Paulo. As notícias sobre o ocorrido saíram no dia 16, em diversos portais. Coloco aqui a notícia da Folha para quem quiser ler.
  2. Logo de início a polícia trabalha com a hipótese de suicídio, a qual é contestada pela família e pelos amigos. Aliás, um dos amigos chega a dizer, de acordo com artigo do portal G1, que “Pelo simples fato de ele ser gay, acho que foi crime homofóbico”. Um raciocínio bastante lógico, não é? Ora, se alguém é gay, e morre, então é crime homofóbico.
  3. Um dos “intelectuais” de esquerda mais obtusos do Brasil, Leonardo Sakamoto, publica em seu blog uma quantidade imensurável de asneiras sobre o ocorrido, ainda no dia 16. Neste artigo o referido “intelectual” mostra toda sua histeria, preconceito e falta de inteligência. É uma peça magistral da idiotice esquerdista, que merece ser lida, depois de um Engov. Não deixe de acessar o link, por mais que me doa recomendar um artigo desse sujeito.
  4. Ainda no mesmo dia, seguindo a linha de Sakamoto, o deputado Jean Wyllys, também famoso por disseminar besteiras e idiotices em seus artigos, tweets e posts, publica mais uma ode à idiotice em seu blog na revista Carta Capital. Novamente, por mais que me doa, vale a pena ler (aproveite o efeito do Engov tomado para o artigo anterior) o que esse sujeito escreveu, as alegações que fez, e o nível de mentira, manipulação e engano de seu texto.
  5. No dia 17 o portal G1 publica notícia com alegações da família de que Kaique havia sido vítima de homofobia. Veja o que diz a irmã do adolescente: “Arrancaram todos os dentes  e espancaram muito a cabeça dele. Ele foi vítima de homofobia. Nós acreditamos nisso. Não tem prova, mas a gente acredita que foi isso”. Repare que ela admite não haver provas, mas que continua acreditando que foi um ataque homofóbico (assim como Sakamoto e Wyllys).
  6. A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República publica, em seu portal oficial, nota em repúdio ao “assassinato brutal” e “motivado pela homofobia”. Sim, leitor, é isso mesmo que você está lendo – antes que a polícia concluísse sua investigação, a SDH já emitia seu posicionamento, ao lado de Sakamoto e Wyllys, todos unidos no mesmo sensacionalismo histérico irracional.
  7. Ainda no dia 17, um protesto é organizado, contra a homofobia. Detalhes deste evento podem ser lidos nesse artigo do portal Estadão.
  8. A polícia, após investigar os fatos, através de câmeras que filmavam o local no momento da morte do rapaz, e também de mensagens de despedida encontradas em seu diário, conclui que Kaique se suicidou. Não há a menor hipótese de que tenha sido um assassinato, muito menos que tenha sido crime de ódio, motivado pela homofobia. A própria mãe do rapaz reconhece publicamente o ocorrido, dando razão à polícia e desmentindo todo o circo criado pelos mentirosos de plantão. Veja artigo do Estadão para referência.
  9. Leonardo Sakamoto, Jean Wyllys, a Secretaria de Direitos Humanos, e mais um punhado de esquerdistas que se pronunciaram veementemente contra o “crime brutal” sofrido pelo adolescente, pelo caráter de ódio e pela homofobia, enfim, todos os que contribuíram para um pré-julgamento equivocado do caso, estão calados diante do resultado das investigações, devendo explicações sobre como puderam ser tão obtusos, mentirosos e preconceituosos.

A esquerda brasileira está desesperada. Bastou que meia dúzia de oponentes intelectuais se levantassem para que a militância esquerdista entrasse em estado de alerta máximo: qualquer acontecimento que possa ser usado para alavancar, de forma inescrupulosa, as bandeiras e as lutas da esquerda, cai em uma rede de “intelectuais” formada por blogueiros, professores universitários e políticos, que prontamente tecem suas análises mentirosas sobre os fatos, despejando mais e mais lixo na mídia, principalmente na mídia eletrônica, devido à facilidade de publicação de artigos.

O fenômeno está se avolumando a cada dia. Nas últimas duas semanas foram duas ocorrências de grande porte: o caso dos rolezinhos e agora este, da morte de Kaique. Mas temos que ter em mente, para entender o que está acontecendo, um fato crucial: para o esquerdista militante não há vida fora da política; tudo, absolutamente tudo, tem que ser tratado politicamente, tem que ser inserido na mentira da luta de classes e da revolução. O(a) esquerdista militante não consegue nem cumprir suas obrigações conjugais na cama sem conectar o fato à política – seu maior orgasmo é pensar na revolução e em como atingi-la. É por isso que a história trágica de um adolescente em crise amorosa que decide dar fim à vida se torna um crime de ódio aos homossexuais na cabeça perversa dessa turma.

Caso algum desses artigos que mencionei for apagado, me coloco à disposição de meus leitores para enviar-lhes os prints de tela de cada um deles, que estão bem guardados aqui comigo.