Momentos finais de 2013

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Tenho menos de oito horas de 2013 pela frente, e agora que já saí de casa, atravessei uma São Paulo vazia, uma rodovia dos Bandeirantes super tranquila, e cheguei a Piracicaba, onde vamos passar o reveillon com a família, chegou a hora de escrever o último post de 2013, de um blog que começou pouco tempo atrás, e que pretende fazer alguma diferença positiva em 2014.

Para permanecer dentro dos propósitos deste blog, quero apenas compartilhar uma opinião, ou melhor, uma percepção minha sobre o ano que passou. 2013 foi o ano em que dois processos históricos que estavam em curso se aceleraram de uma forma acentuada, e 2014 promete ser o ano em que esses dois combatentes enfrentarão uma luta difícil. Acusem-me de maniqueísmo, de simplismo, de ingenuidade ou mesmo de ignorância, mas eu realmente acredito que esses combatentes representam lados opostos, bem e mal, virtude e vício, e que nosso futuro como nação democrática depende do resultado deste embate.

De um lado, vestindo o calção vermelho com estrela, foice e martelo, está o PT. Pesando toneladas, é o lastro que afunda o país em direção ao inferno futuro da ditadura esquerdista. Em 2013 o PT radicalizou seus ataques aos valores fundamentais da democracia, tomando uma posição cada vez mais beligerante contra a liberdade de expressão, contra as instituições democráticas, contra as liberdades individuais, contra o direito à vida e contra a família. Jamais se viu, na história brasileira, um período em que se concentraram tantos esforços, em um só partido, para solapar a democracia e instaurar um regime autoritário. O treinador do PT, o Foro de São Paulo, vem fazendo seu trabalho há mais de uma década, e resolveu cobrar resultados. Não foi fácil e nem agradável ler, diariamente, notícias que revelavam a corrosão progressiva de nossas liberdades. Processos judiciais absurdos, proibição de publicações, censura, mentiras de toda espécie, impunidade, crimes e canalhices que dão desgosto à alma e diminuem a cada dia nossa vontade de permanecer aqui neste Brasil. Em 2013 o PT veio para tentar o nocaute. Ainda bem que não conseguiu, ainda.

No canto oposto, vestindo o calção verde e amarelo, está a direita brasileira. Pesando muito menos do que sua categoria exige, ela começou o ano tentando ganhar massa, buscando se fortalecer, agregando gente à equipe, procurando por um técnico. Por menos poderosa e sem representatividade política que ela seja, 2013 foi um ano em que a direita brasileira respirou novamente em consciência, saiu do coma. Ainda em busca de agregar suas tão variadas matizes, ela se destacou por seus componentes individuais, gente que se colocou na brecha e resolveu brigar, ainda que com um Golias vermelho, mas com muitas pedras de qualidade no alforje. Olavo de Carvalho, Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo, Danilo Gentili, Felipe Moura Brasil, Lobão, Paulo Eduardo Martins, Rachel Sheherazade, Luciano Ayan, Flavio Morgenstern – estes são alguns nomes que fizeram de 2013 um ano especial para nossa direita. Com inteligência, integridade, sinceridade e muita paciência, enfrentaram ataques esquerdistas de todo tipo: jabs, cruzados, diretos, uppers.

Os rounds aos quais assistimos consistiram em pancadaria pura de um lado, elegância e inteligência do outro. Enquanto a esquerda partiu para cima com sua militância gigantesca, patrocinada pelo dinheiro farto do Estado, a direita teve que lutar de uma forma praticamente cirúrgica, com intervenções planejadas e estruturadas, pois nenhum recurso poderia ser desperdiçado. Quando se está em minoria é que preparação e planejamento mais contam. E se, em meados de março lembro ter dito a um amigo que o PT acabaria com nossas liberdades ainda neste ano, hoje posso dizer que vejo uma reação legítima e que me dá uma esperança, ainda que mínima, de que as coisas possam caminhar para um futuro menos vermelho, menos autoritário e menos petista.

Meus votos para 2014: que Dilma perca a eleição, que o PT diminua, que os “reaças” se multipliquem e que a democracia brasileira suporte mais um ano.

Abraços a todos!

Black blocs mascarados reacionários da direita

solnikUm médico que acredita que o coração fica no abdômen, um engenheiro civil que calcula a quantidade de concreto em uma obra jogando búzios, um advogado que decorou apenas os diálogos do último gibi do Cebolinha – todos esses exemplos poderiam servir como analogias da maioria dos jornalistas brasileiros da atualidade. Foi isso que pude ver ontem em noventa minutos de Roda Viva, que poderia ter sido chamado de Roda Burra. O nível de alguns “jornalistas” que ali se encontravam era tão ruim que não seria um exagero chamá-los de analfabetos funcionais.

Para quem não viu, o músico e escritor Lobão foi o entrevistado de ontem no Roda Viva, exibido na Cultura todas as segundas-feiras a partir das 22h. Foi um programa bastante divertido o de ontem, com o Lobão cercado de comunistas (alguns mais exacerbados que outros), disparando suas pérolas em resposta a perguntas muitas vezes idiotas, e mostrando uma sinceridade ímpar em todo o tempo. Mas se a parte divertida e positiva foi ver Lobão defendendo com muita competência os princípios que eu tanto prezo, como as liberdades individuais, o livre mercado e a propriedade privada, a parte divertida e negativa foi ver pessoas que se chamam de jornalistas falarem besteiras sem tamanho, e sem vergonha na cara. Apenas Augusto Nunes, que mediava o programa, e Tiago Agostini, que manteve suas perguntas no âmbito cultural, pareciam não ter saído de um hospício. Aos demais só faltavam as camisas de força.

Adriana Couto, apresentadora do Metrópolis, baseou suas perguntas no último livro do Lobão, Manifesto do Nada na Terra do Nunca. O problema é que as perguntas que ela fez soam absurdas para quem leu o livro, como eu. O que me leva a concluir que: a) ou ela não leu o livro e fez perguntas baseadas apenas em resenhas ou trechos isolados, b) ou ela leu o livro e não conseguiu entender, mesmo sendo uma leitura relativamente fácil e de vocabulário simples. As duas opções são péssimas. Um jornalista não pode ir a um programa de entrevistas como o Roda Viva, decidido a perguntar sobre uma obra do entrevistado, sem ler a obra! Agora, se leu a obra e não conseguiu entendê-la, não pode ser jornalista! Acontece que no Brasil pode, infelizmente, e se tornou muito comum a presença de “profissionais” que não conseguem mais apreender o significado real das palavras quando leem um texto. Por isso os chamei de analfabetos funcionais, pois, quando tentam ler, captam apenas significados automatizados de palavras que lhes estimulam as áreas adestradas de suas mentes, e este processo é desprovido de uma análise racional, estando muito mais ligado ao adestramento cultural a que foram submetidos e do qual não conseguem se libertar.

Mas o ponto alto da noite ainda estava por vir, e teria de vir de Alex Solnik, que personificou a demência em seu mais alto nível, ao perguntar para Lobão sobre os Black Blocs e, antes mesmo da resposta do entrevistado, complementou com a frase que ficará para sempre gravada nos arquivos da televisão brasileira:

“Black Blocs são de direita, porque usam máscaras.”

Afora as boas gargalhadas imediatas que essa jumentice provocou em mim e em muitos outros que assistiam ao programa naquele momento, a realidade disso é muito triste. Como pode uma pessoa dessas ser chamado de jornalista e, pior, trabalhar em uma revista e ser chamado para um programa como o Roda Viva? O raciocínio deste senhor é mais fantasioso do que o de uma criança em idade pré-escolar. E sua frase mais idiota da noite corrobora a idiotice do restante de suas perguntas, um apanhado de chavões ideológicos desconexos, sem mencionar sua falta de polidez durante o programa.

Essas pessoas que ali estavam ocupam lugares em grandes órgãos da mídia nacional. Não seria um exagero supor que há muitos outros como eles espalhados por grandes jornais, revistas e programas de televisão. Na verdade, uma breve leitura dos principais portais de notícias brasileiros deixa muito claro que essa suposição já se comprovou como realidade. O que lemos, com poucas exceções, são textos pessimamente escritos, carregados de lugares comuns, pontilhados com palavras-gatilho, que são a ferramenta para atingir o único objetivo desses jornalistas militantes: disparar reações sub-racionais em seus leitores pelo uso massivo de chavões ideológicos e palavras de difícil conexão com a realidade.

A mim, diante de tal loucura do senhor Alex Solnik, me resta alertá-lo sobre alguns perigosos Mascarados Reacionários de Direita com os quais ele pode se deparar em algum momento. Cuidado com esses, Alex Solnik: Zorro, Lanterna Verde, Batman, Bloco de Carnaval de Salvador, Pilotos de Fórmula Um, Pilotos de Motovelocidade, Lutadores de Esgrima, Jogadores de Hóquei, Jason do Sexta-Feira 13, Fantomas, Tartarugas Ninjas e muitos outros.

Brasil, um país de (?)

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O logotipo oficial do governo petista tem em sua composição a frase “Brasil, um país de todos”. Era de se esperar que as mentiras desse governo começassem logo em seu logotipo, por isso não surpreende que hoje, debaixo das mãos de Lula e Dilma, o Brasil seja um país de qualquer minoria, mas jamais um país de todos.

A palhaçada em que consiste a defesa das minorias baseia-se num conceito absurdo, mas que é defendido pelos esquerdistas como se fosse pura lógica: a dívida histórica – olhar para situações passadas e buscar culpados no futuro, alegando que os mesmos têm o dever de reparar a injustiça feita pelos antigos. Para ilustrar esse enorme engodo eu peço que o leitor imagine uma situação em sua família: você chega a sua casa depois de um dia de trabalho e/ou estudos, ansioso por tomar um banho, sentar no sofá e espairecer um pouco em frente à televisão. Mas logo ao chegar percebe que há uma correspondência timbrada com algum símbolo do judiciário. Você abre o envelope e dentro encontra um aviso de execução: sua casa será tomada para venda em leilão por conta de uma dívida que seu bisavô contraiu e não pagou. A dívida ficou esquecida por duas gerações, mas o bisneto do credor de seu bisavô resolveu cobrá-la agora, e quem vai ter que pagar é você.

Esta situação é absurda, e não encontra respaldo em nossas leis, pois um homem, ao morrer, livra-se de todas as suas dívidas, e ninguém pode ser coagido a assumi-las. No entanto, com o propósito oculto de dividir a sociedade brasileira para assim dominá-la mais facilmente, o governo petista tem promovido a quebra sistemática dessa garantia legal que temos de não sermos cobrados por erros de nossos antepassados, já que cada pessoa é responsável por seu destino, e deverá responder individualmente por suas decisões, sejam elas acertadas ou erradas. Ao estabelecer sistemas de cotas, sejam os critérios quais forem, dividem a sociedade em grupos menores, fomentando o ódio entre eles, que passam então a confiar no “governo bonzinho que cuida de mim” como o único mediador justo para causas que, não fosse esse mediador diabólico, nem existiriam.

Tomemos o caso das cotas no sistema de ensino federal como exemplo. Em reportagem publicada hoje no website do Estadão aborda-se a constatação de desigualdade na competição por vagas em universidades federais entre cotistas. A situação seria ridícula, não fosse tão trágica para nosso futuro. Os gênios que bolaram o sistema de cotas para o ensino superior federal resolveram que separariam os alunos por nível de renda e por terem cursado ou não um colégio público no segundo grau. A reportagem em questão mostra que, ainda assim, dentro do público cotista, o número de candidatos por vaga é muito diferente quando se considera um recorte feito com base racial, e isso mostra um novo foco de desigualdade dentro do sistema. Olhando para esses dados existem duas interpretações possíveis:

Interpretação racional: o sistema não funciona, pois há muitas variáveis envolvidas, tornando impossível chegar a um coeficiente de cotas que reflita a realidade social daquele momento. Os candidatos a vagas no ensino superior podem ser pobres, ricos, brancos, negros, índios, japoneses, mulheres, homens, gays, héteros, podem ter estudado em escola pública ou em escola particular, podem ter tirado boas notas ou ter passado sempre com a média mínima exigida, podem vir de famílias estruturadas ou de lares bagunçados, podem ter sido amados pelos pais ou vítimas de abusos dentro da família etc. Enfim, são tantas as realidades possíveis, que tentar compensar isso através de cotas sempre trará mais injustiça do que justiça. Assim, a melhor maneira de escolher quem vai ganhar uma vaga é através do mérito acadêmico, a única variável realmente mensurável. Afinal, todas as outras dependem de comprovações impossíveis, que acabam se tornando em autodeclaratórias, ou seja, se a pessoa é branca mas se diz descendente de negros, ela concorre na cota para negros, e não há ninguém que possa contestar sua autodeclaração.

Interpretação esquerdista: o sistema só precisa ser ajustado. Se a cota para pobres não funcionou bem, que tal criar dentro dela mais uma cota, desta vez para negros? Se não funcionar ainda, basta criar mais cotas, até que se chegue a um resultado justo.

Cada vez que o governo petista estimula a divisão de nosso povo em minorias, como no caso das cotas, a palavra “brasileiros” perde um pouco mais de significado, até o dia em que não significar mais nada. Ao deixarmos de ser brasileiros para sermos um apanhado de brancos, negros, pobres, ricos, gays, héteros, homens e mulheres, nossa força como povo, que já não é das maiores, reduz-se a nada, e quando não há mais nada no caminho dos déspotas, não há mais um futuro de esperança, mas apenas de lamento. Nesse ponto as diferenças se desfazem, pois quando um governo totalitário se estabelece, ninguém escapa. Pelo contrário, na maioria das vezes os governantes se voltam contra as próprias minorias que tanto “defenderam”. Mas aí será tarde demais para nos unirmos.

Que burro! Dá zero pra ele!

burroPrimeiramente preciso me desculpar com meus leitores pela ausência deste blogueiro nos últimos dias. Os muitos compromissos profissionais de minha vida de engenheiro me tiraram o tempo de tal forma que não consegui escrever algo que fosse suficientemente bom para vocês. Enfim, cá estou novamente.

Ontem pela manhã estava lendo alguns textos do Olavo de Carvalho sobre a realidade funesta do sistema educacional brasileiro, que falavam dos métodos de programação mental que são utilizados com os alunos desse sistema, que passam a agir como cães adestrados. Já faz algum tempo que eu deixei para trás o orgulho que tinha de ter cursado uma universidade pública. Quando me formei em engenharia na Unicamp eu parecia um pavão, me estufando todo, orgulhoso de ter estudado lá. Eu sempre soube do lado mais negro das universidades públicas, os institutos de ciências humanas, mas ainda assim eu tratava o assunto com bastante tolerância, para poder continuar me gabando de ter estudado lá.

Mas as décadas de doutrinação esquerdista nas universidades brasileiras já estão entregando seus frutos há algum tempo, e são frutos que não deixam dúvida sobre o estado de torpor intelectual em que vivemos hoje. Tomemos como exemplo um caso recente: há menos de duas semanas o Rodrigo Constantino publicou em seu blog um artigo sobre o juiz Rubens Casara, que ficou conhecido nas mídias sociais por ter uma foto do Che Guevara em sua sala de trabalho. Dois dias após a publicação do texto em seu blog foi criado um abaixo-assinado no site http://www.peticaopublica,com.br, com o título Desagravo dos Estudantes e Profissionais do Direito ao Juiz Rubens Casara, e que conta com 1.959 assinaturas, repudiando o artigo do Constantino e defendendo o tal juiz.

Uma breve leitura do texto do abaixo-assinado dará ao leitor um bom exemplo do que um estudante brasileiro é capaz de fazer (ou de não fazer, para ser mais preciso). Em todo o texto não há sequer uma tentativa de confrontar o que o Constantino escreveu em forma de debate. Nenhum argumento levantado por ele foi refutado, a não ser por argumentações pueris que evidenciam quão raso é o raciocínio dos estudantes e profissionais de direito que assinaram esse texto ridículo. Vejamos alguns exemplos:

Ao contrário do que vociferou o colunista, o magistrado em questão é admirado pela comunidade jurídica, acadêmica e forense, por sua independência, capacidade técnica, reputação hialina e deferência para com o jurisdicionado. Ridículo! Enquanto o Constantino colocou uma entrevista com o tal juiz onde o mesmo despeja seu falatório esquerdista, defende a censura e ataca o Estado de direito, a resposta dos estudantes é um monte de adulações sem sentido. Adjetivos não têm a capacidade de provar a competência profissional de alguém, a não ser que sejam ditos por alguém mais que suficientemente qualificado para bancar o elogio, como o Pelé a um jogador ou o Stephen Hawking a um físico.

Mas a coisa piora: A afirmação de que “há vários juízes que, em nome desse movimento pela “democracia”, desejam destruir a democracia”, também deve ser rechaçada, por ser despida de qualquer fundamento racional. Vejam o nível de raciocínio elevadíssimo desta turma de gênios: para refutar o que o Constantino disse, basta dizer que aquilo é despido de qualquer fundamento racional. Ora, para acusar alguém de falta de fundamento racional é preciso provar a acusação, explicar o porquê da refutação, e não só dizer isso. Mas na falta de capacidade intelectual para formular uma resposta à altura, ficam mesmo é na resposta mais rasa e imbecil que existe.

Para terminar, um pouco dos clichês que compõem quase a totalidade da comunicação dessa gente. Tivesse o Brasil mais juízes como Rubens Casara, certamente teríamos um Judiciário mais sensível às questões sociais e menos alheio às vozes dos estratos sociais alijados. Um esquerdista irá sempre utilizar a palavra social em todos os lugares que achar que cabe. Está aqui um exemplo real: o Judiciário precisa se ater à justiça, e somente a ela, pelo simples fato de que, perante a lei, todos são iguais. Sensibilidade social (seja lá o que for isso) não tem lugar no Judiciário, mas esses estudantes e profissionais de direito parecem não entender nada de… direito! Eles só entendem os clichês e chavões aos quais suas mentes aprenderam a reagir como um rato reage a um adestramento, e o que passa nelas nunca é objeto de uma análise mais aprofundada, mas permanece no nível mais baixo de sua cognição, grudado aos instintos animais que os tornam os menos humanos de todos os humanos.

A universidade brasileira emburrece, e muito. Salvam-se alguns cursos mais técnicos, onde não há muito espaço para o adestramento esquerdista. Mas no geral a perspectiva é assustadora, e o futuro é negro. Estamos diante de gerações inteiras idiotizadas e programadas a reagir conforme querem os engenheiros sociais da esquerda. Melhor mesmo é estudar em casa…

A Nação Zumbi

zombiesNeste domingo que passou eu assisti ao filme Guerra Mundial Z. Para quem não ouviu falar, o filme conta a história de uma epidemia que se alastrou rapidamente na Terra, transformando as pessoas em zumbis. E os zumbis do filme ficam alucinados quando veem uma pessoa normal, pois o “objetivo” do vírus zumbi é se propagar ao máximo, e só não acabará com a raça humana graças a um homem, o investigador das Nações Unidas interpretado por Brad Pitt. Aliás, essa substituição do salvador, que geralmente é americano, por alguém da ONU, é algo que não me agradou nem um pouco. Qualquer dia escreverei sobre a ONU e seu papel nos planos da esquerda mundial.

Enfim, algo interessante neste filme de zumbis é que, quando eles não tem mais humanos para morder e contaminar, ficam num estado de hibernação, andando para lá e para cá no maior estilo “monstro retardado”.

Hoje quando acordei e li sobre a mais recente pesquisa para as eleições de 2014 eu me dei conta que vivo no meio de uma nação de zumbis. Não sabemos quem foi o “paciente zero”, mas imagina-se que ele seja metalúrgico e tenha sido infectado durante algum discurso do Sr. Luis Inácio da Silva, um dos criadores do vírus zumbi tupiniquim.

No início essa praga se alastrava de forma mais contida, pois levava mais tempo para infectar as pessoas. Sua disseminação se dava somente nos lugares de menor higiene intelectual (eufemismo para qualquer lugar onde haja um petista falando), onde o vírus podia se movimentar livremente. Pesquisas indicam que reuniões de partidos de esquerda foram os grandes focos de transmissão do vírus, pois quanto mais fraco o cérebro e menos esclarecida a pessoa, mais rápido é o contágio.

Com o tempo vieram as mutações, e as formas de contágio foram se multiplicando. Agentes catalisadores como marqueteiros de campanha e musiquinhas Lulalá fizeram que a massa de zumbis crescesse ao ponto de eleger um homem desprezível como o Sr. Luis Inácio da Silva para a presidência da República. Esse foi o golpe de mestre, pois estando o criador do vírus no comando da nação, novas formas cruéis de disseminação do vírus foram criadas. Sabe-se que, atualmente, a forma mais eficaz de tornar uma pessoa em um zumbi é colocando-a em algum programa intitulado “Bolsa Alguma Coisa”. O vírus já vem naquele cartãozinho aparentemente inócuo, mas que corrói a pessoa por dentro, transformando-a num zumbi sugador de esmolas do Estado.

A cena que nos espera em 2014 é digna de temor: milhões de zumbis, já em estado de hibernação, pois o vírus foi muito bem-sucedido na última década, olhando para uma maquininha e apertando retardadamente os botões 1, 3 e Confirma. Afinal, que outro tipo de ser votaria novamente em alguém como Dilma Roussef, a pior presidente que o Brasil já teve, de longe a mais depreparada e completamente servil ao seu partido e ao Foro de São Paulo, senão um zumbi? A teoria zumbi é a única que explica a última pesquisa, onde Dilma vence já no primeiro turno.

Alerta: o último parágrafo fala do final do filme Guerra Mundial Z.

Fico imaginando se não temos que fazer exatamente o que o Brad Pitt fez para salvar a humanidade, descobrindo que a única forma de combater os zumbis era se infectar com algum outro vírus que, ao deixar a pessoa doente, fazia com que os zumbis não desejassem mais infectá-la – ela ficava invisível a eles. E uma vez invisível, era muito fácil meter uma bala bem no meio da testa e depois queimar os bichos. Será que teremos que nos infectar com o esquerdismo, como forma de camuflagem, para conseguir acabar com essa praga por dentro?

Essa resposta deixo para você, leitor.

Eu odeio o PT

foraptJosé Genoíno, ao ser levado preso, gritou com os punhos cerrados: “Viva o PT!”

Pois eu digo, com toda a sinceridade: eu odeio o PT.

Eu odeio o PT porque é um partido que representa o que há de pior na política elevado à décima potência: político do PT rouba para perpetuar o partido no poder, e mesmo quando condenado não admite a culpa, mas tem coragem de inventar teorias conspiratórias absurdas para se justificar, esquecendo-se de que a explicação mais simples é sempre a que tem a maior probabilidade de ser verdadeira.

Eu odeio o PT porque é o partido que nos deu Lula, Dilma, Dirceu, Genoíno, Delúbio, Marco Aurélio Garcia, Ruy Falcão e outros canalhas imorais, criminosos e vilões da república das bananas do Brasil.

Eu odeio o PT porque tudo o que sai de seus quadros de políticos, e toda a sua ideologia, vai de encontro a tudo o que eu mais prezo e admiro no mundo – não há sequer uma iniciativa, ideia ou proposta que essa agremiação de psicopatas tenha criado que seja boa para os brasileiros, pois quando algo parece bom, ainda que a olhos ingênuos, carrega consigo uma vasta lista de subprodutos propositais que servem aos propósitos mais maquiavélicos e diabólicos.

Eu odeio o PT porque eu amo a liberdade, e PT e liberdade não podem existir juntos.

Eu odeio o PT porque eu sou a favor da vida, e o PT prega o assassinato de bebês, defende os “direitos” dos bandidos e assassinos e tem parte com as organizações de narcotraficantes mais perniciosas do continente, como as FARC e o PCC.

Eu odeio o PT porque creio que a educação intelectual que fomenta o pensamento crítico e criativo é a melhor ferramenta para livrar as pessoas da doutrinação ideológica, justamente o contrário do que o PT faz, que é pegar nossas crianças e torná-las, desde muito jovens, dependentes de alguém que lhes diga o que pensar e em que acreditar.

Eu odeio o PT porque aprendi que deveria amar a verdade e a odiar e combater toda a mentira, e o PT é uma grande mentira, talvez a maior que já tenha sido contada aos brasileiros em toda a sua história.

Eu odeio o PT porque é um partido que idolatra assassinos como Fidel Castro, Stálin, Lênin, Che Guevara e Mao Tsé-Tung, chegando ao ponto de dizer que os milhões de mortos deixados por esses psicopatas são um mal necessário para a causa que defendem.

Eu odeio o PT porque em suas bandeiras só se vê o culto à mediocridade e o desprezo ao talento, a recompensa ao crime e o ódio à virtude, e a personificação da vitória da ignorância nos dois presidentes mais incompetentes da história brasileira, Lula e Dilma.

Resumindo bem, EU ODEIO O PT.

Um país sem heróis

Liga-da-Justiça1Alguma vez você já parou para pensar que todos os heróis da ficção que conhecemos foram criados fora do Brasil? Batman, Super-Homem, Homem-Aranha, Thor, Hulk, Homem de Ferro, os X-Men, e a lista continuaria por páginas, sem um herói brasileiro sequer. Isso diz muito sobre a nossa mentalidade como povo, e também tem relação com as ideologias esquerdistas que têm dominado o cenário nacional.

A direita, historicamente, sempre acreditou que o homem não é um ser bonzinho, e que, independentemente do contexto onde nasce e é criado, ele carrega consigo a imperfeição e a corrupção moral, de tal forma que suas capacidades intelectuais não são suficientes para livrá-lo da possibilidade do erro. Já a esquerda tem um discurso bastante diferente, de que o homem é corrompido pela sociedade em que nasce e é criado, e que por isso bastaria construir uma sociedade “perfeita” para que dali em diante os homens não mais se corrompessem. É a base do comunismo: criar uma coletividade utópica para que a individualidade morra.

E o que isso tem a ver com não termos heróis? Tem muito a ver! Um esquerdista não precisa de heróis, porque para ele um herói é alguém que contribua ativamente para que o mundo seja transformado no que ele acredita ser o certo, independentemente das ações que esse “herói” tenha tomado para viabilizar essa transformação (ou o famoso “os fins justificam os meios”). É por isso que os esquerdistas idolatram assassinos, estupradores, genocidas e canalhas em geral, como Lênin, Stálin, Che Guevara, Fidel Castro etc. Para qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso e respeito pela vida humana, imaginar que uma pessoa que tenha causado a morte de milhares, às vezes milhões, de pessoas possa ser chamado de herói tão somente porque possibilitou a revolução comunista, e que esses mortos todos são “ossos do ofício”, casualidades no caminho de um bem maior, é algo inconcebível e inimaginável.

Enquanto os heróis da ficção são capazes de se doar pela humanidade, de sofrer e lutar até a exaustão completa por uma única vida, os heróis da esquerda fuzilam quem quer que apareça entre eles e seus planos revolucionários. E mais: o conservador de direita assiste aos filmes de heróis e lê suas histórias, e se inspira com os atos de nobreza. O esquerdista lê sobre seus heróis assassinos e vibra com a morte dos anti-revolucionários. Enfim, é uma diferença tão grande como céu e inferno, como bem e mal, como luzes e trevas. E se você está achando que eu estou comparando a esquerda com as trevas, você acertou. A esquerda é o fim da humanidade livre, é o fim da virtude, é a banalização da vileza e o culto à maldade.

E como ficamos aqui no Brasil? Num país onde o governo foi entregue à esquerda, mas o povo continua sendo conservador em sua grande maioria, a busca por heróis nunca cessa. Infelizmente ela acaba sendo feita na base da fé nos homens públicos. Quem não se lembra, no auge do julgamento do Mensalão, do número de postagens no Facebook que pediam que Joaquim Barbosa se candidatasse? Sim, ele foi o nosso herói de 2013, aquele que acendeu uma pequena chama de esperança no coração de tantos brasileiros. Infelizmente ele não tinha poderes especiais, e foi decepção completa o que os brasileiros sentiram naquela dia fatídico, 18 de setembro de 2013, quando os mensaleiros conseguiram o que queriam através do voto do ministro Celso de Mello. Se Joaquim Barbosa foi nosso Super-Homem por alguns dias, Celso de Mello cumpriu muito bem seu papel de Lex Luthor.

Brasil, a Liga da Injustiça.