Eles têm medo até de barata

Para compreender a cabeça de um esquerdista você tem que primeiro imaginar algo que para qualquer pessoa normal – por normal quero dizer alguém que não sofra de doenças ou disfunções mentais – seria inimaginável:

Você tem que acreditar piamente que as leis e regras da sociedade só se aplicam quando são ao seu favor.

Sim, esse conceito absurdo a qualquer pessoa sã está sempre presente na conduta de um esquerdista, principalmente dos mais radicais. Esta é a única maneira de se explicar as irracionalidades que temos visto na história desse pessoal:

  • pedir o impeachment de Collor era algo legítimo, parte do jogo democrático; pedir o impeachment de Dilma é golpe;
  • prender empresários corruptos é algo legítimo, além de ser uma obrigação; prender companheiros como Dirceu e Genoino é um ataque fascista a heróis da liberdade;
  • militares que usaram de violência devem ser publicamente execrados e seus nomes devem ser retirados de todas as ruas e monumentos públicos do país; guerrilheiros que usaram de violência, e com muito mais crueldade, devem ser exaltados e seus nomes devem ser colocados nessas mesmas ruas e monumentos públicos;
  • nações que pregam a liberdade e que respeitam a vida de seus cidadãos devem ser desprezadas e tachadas de imperialistas e anti-democráticas; nações que assassinam cidadãos por motivos de opinião e que são regidas por ditadores implacáveis devem ser exaltadas como modelos de conduta.

Esse sujeito psicopata, o tal de Vagner Freitas, presidente da CUT, é mais um exemplo desse comportamento. Quando a Rachel Sheherazade falou que era compreensível que as pessoas se revoltassem contra um criminoso e o amarrassem num poste, todos os esquerdistas que tinham a possibilidade de emitir uma opinião na mídia a crucificaram; quando esse vagabundo psicopata diz que ele e seus amiguinhos neuróticos irão para a “rua entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a presidente”, a única coisa que vemos são menções nos portais de notícias, e nada além disso.

Apesar de toda a bravata desse vagabundo, que vive às custas de um sistema que só serve para sustentar vagabundos e cuja maior realização foi levar um outro vagabundo à presidência da república, não há o que se temer. Eles não passam de covardes tentando assustar as pessoas de bem que vão para as ruas no dia 16. Ao contrário do pessoal de Cuba, Coréia do Norte e Venezuela, que matam sem dó, nossos esquerdistas têm medo até de barata – as palavras de ameaça são a única coisa que lhes restou. Se o povo tomar as ruas no domingo, é game over para esses parasitas.

Flavio Quintela é escritor, jornalista e tradutor; é autor dos livros “Mentiram (e muito) para mim” e Mentiram para mim sobre o desarmamento”.

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