Trocar o Cristianismo pelo Islamismo é um bom negócio?

religiaoCristianismo e Islamismo são sistemas religiosos com muitos pontos em comum: um deus único, onipotente, onipresente e onisciente, um rígido arcabouço moral, a crença da vida após a morte e de que as decisões da vida presente definem a vida pós-morte, entre outros. Dentro do arcabouço moral as similitudes continuam, e ambos condenam o aborto, a prática homossexual, a fornicação, o adultério, a eutanásia etc. Um estudo mais aprofundado revelará muitas outras semelhanças, mas também deixará claras as diferenças, das quais eu quero destacar duas de grande importância.

A primeira grande diferença entre o islamismo e o cristianismo, hoje, é a Jihad, ou guerra santa. Enquanto cristãos de todo o mundo professam sua fé sem pegar em armas, milhares de muçulmanos são membros ativos de grupos terroristas cujo único propósito de existência é assassinar os que trabalham contra sua fé, atacando pessoas inocentes para ferir seus “governos hereges” (como se isso fosse possível). Desafio o leitor a encontrar um grupo extremista cristão agindo hoje, em qualquer lugar do mundo, e logo depois tentar achar todos os grupos extremistas muçulmanos – nenhum dos desafios terá sucesso, o primeiro pela ausência desses grupos, e o segundo pela abundância dos mesmos.

A segunda grande diferença está na tolerância aos dissidentes de toda espécie. Em países de maioria cristã você pode não ser cristão e não respeitar os princípios do cristianismo, e nem mesmo o próprio cristianismo, sem nenhum medo de ser morto por isso. Assim, qualquer um pode ficar à vontade para falar mal do cristianismo, fazer piadas com Jesus e satirizar seus ritos e costumes, bem como para ser a favor do aborto, praticar atos homossexuais e professar outra religião. Experimente fazer qualquer destas coisas em um país de leis muçulmanas, e a questão da tolerância virá à tona imediatamente. Não se faz humor com o islamismo, nem piadas com Maomé, nem mesmo simples críticas à religião, e se sai impune. Quem não lembra de Salman Rushdie, escritor britânico que, após publicar o livro Versos Satânicos, foi acusado de blasfêmia pelos muçulmanos, a ponto de ter uma ordem de morte assinada pelo Aiatolá Khomeini, do Irã. Salman não morava em nenhum país muçulmano, mas mesmo assim teve que passar um bom tempo escondido para escapar da fúria assassina dos religiosos.

Mas enfim, qual é a razão de eu ter abordado esse assunto, neste blog? Se nosso tema principal é o desmascaramento da esquerda, por que falar sobre religião? Por um simples motivo: a esquerda tem sido constante e sistematicamente contra o cristianismo, bem como todas as minorias ativistas que lhe servem como massa de manobra, como feministas, gayzistas e abortistas. Eles retratam o cristianismo como um grande inimigo opressor, que os proíbe de ser felizes e plenos, e dedicam suas vidas a lutar contra esse “monstro terrível”, que em troca não lhes faz absolutamente nada. E é justamente por isso que é tão fácil bater nos cristãos: eles não revidam.

Alguns dias atrás uma mulher, ativista do Femen, entrou em uma igreja católica na França, com os seios descobertos, simulou um aborto e urinou no altar (veja artigo no G1). O padre fez somente o que a lei lhe permitia: registrar a ocorrência criminosa. Não houve retaliação por parte de nenhum grupo extremista cristão e nenhuma ameaça de morte. Aqui no Brasil houve alguma polêmica com o vídeo de natal do grupo humorístico Porta dos Fundos, onde toda a história do nascimento de Jesus é satirizada, e que causou indignação por parte de cristãos devotos, que no entanto não fizeram nada além de reclamar nas mídias sociais e em seus grupos de discussão.

Eu gostaria muito de ver a ativista do Femen entrando sem roupa numa mesquita para simular um aborto – ela não teria nem tempo de urinar, pois já teria sido impedida, e a caminho de um julgamento cujo resultado mais provável seria sua morte. Também gostaria muito de ver os comediantes do Porta dos Fundos fazendo um especial satirizando Maomé – passariam o resto de suas vidas se escondendo para continuarem vivos. É muito fácil protestar, agredir e satirizar quem não revida. Mas onde está a coragem da ativista do Femen e a independência humorística do Porta dos Fundos, quando o assunto é islamismo? Simplesmente não estão, não existem. E o mesmo se aplica aos gayzistas que investem contra as igrejas e às feministas que enfiam imagens de santos católicos em suas vaginas – estariam todos condenados se fizessem o mesmo contra os seguidores de Maomé.

Que as pessoas não se enganem: o mundo está muito longe de ser um lugar avesso à religião. Com a perseguição e destruição do cristianismo, o mais provável é que o islamismo tome cada vez mais seu lugar. E aí as liberdades individuais que tanto prezamos, e que permitem a esses “istas” sem noção se expressarem da maneira que bem entendem, serão suprimidas por algo muito mais rígido. O mundo do futuro próximo não parece nada desejável: ditaduras esquerdistas versus teocracias muçulmanas, ou, ser escravo do partido versus ser escravo da religião. É triste e trágico ver que os idiotas úteis que compõem a grande massa popular que nos cerca prefere destruir a religião mesma que lhes garante a liberdade, para então cair nas mãos de quem a odeia. Se isso não é ser muito burro, não sei o que é.

4 comentários sobre “Trocar o Cristianismo pelo Islamismo é um bom negócio?

  1. Certamente a Europa já está ” cercada” por religiosos fanáticos que até a Sharia é aplicada. O preço que eles pagarão será altíssimo pode crer.

  2. Acho que talvez a principal diferença entre cristianismo e islamismo seja o fato de que para o cristão Jesus é o filho de Deus, enquanto para o muçulmano, ele é apenas um profeta. E isto faz toda a diferença, a ponto de poder se afirmar que o deus que eles acreditam não é o Deus do cristianismo.

  3. Ser muçulmano no Brasil, é se abdicar de sua própria liberdade por um propósito infidelizado, representar maomé ou mohammed é ir na contramão de sua própria representatividade para com seus amigos e parentes, os efeitos da mudança são nítidos em homens e muito mais em mulheres, você não é obrigado a utilizar o nome dado pelo menos no Brasil, a mulher não tem a obrigação de uso do hijab, bom pelo menos enquanto não for casada. A mulher brasileira demorou tanto para conseguir a sua individualidade, sua liberdade e seus direitos, e se tornando muçulmana, terá que andar com o esposo ou um parente a tira colo, imagina você quer ir naquele churrasco onde está a galera da faculdade, ou um grupo de amigos do colegial, mais não pode ir sozinha, tem horários e regras definidas para a maioria das coisas, sinceramente ser um empresário e ser muçulmano na minha opinião faz mau para os negócios, principalmente se seu negócio for fora da alça paulista dos muçulmanos, pois diariamente a mídia evidencia coisas que vão contra o próprio principio, pois eles falam que é amor, e onde está tanto amor, assassinato, estupro, e por aí vai, Deus me livre ser vinculado a essas coisas, e como eu sendo muçulmano posso provar aos outros com tantas evidências na tv contra min, estude as 2 vidas, a de Mohammed e de Jesus Cristo, considerados profetas pelo Islamismo, veja qual profeta quer seguir, chega a ser uma comparação ridícula. A eu poderia ficar horas aqui dizendo o por que não é interessante para nenhum brasileiro/a ser muçulmano. Visitem meu blog http://www.forteguerrainterna.blogspot.com você tem informações sobre ex muçulmanos que gostariam de dar seu testemunho, colocarei no blog com o maior prazer, pois essa é nossa intenção, colocar no blog tudo que existe na internet que possa lhe ajudar a sair dessa furada que você entrou, e tendo tudo isso no mesmo lugar ajuda muito. O blog é novo mais já temos bons materiais, e eu também escrevo algumas coisas por lá. Se você escreve sobre o assunto do meu blog me envie um email forteguerrainterna@gmail.com. Aguardo a visita de vocês.

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