É oficial agora: o PT e Lula assumem o lado dos bandidos. Ou: o PT prepara o ataque final.

bombaTodo mundo com um mínimo de esclarecimento sabe que o PT é um partido cheio de bandidos, que gosta de bandidos e que os defende, até mesmo por instinto de autopreservação. Durante os dias em que acompanhamos na mídia a prisão dos mensaleiros e toda a novela Genoino, foi comum ver petistas, sozinhos ou em pequenos grupos, saírem em defesa de seus amiguinhos criminosos, sempre com o discurso ridículo e mentiroso da injustiça.

Mas a coisa evoluiu – digo, evoluiu nos padrões PT, como um câncer evolui em um corpo, pois para o Brasil não passa de uma involução – e agora o partido toma oficialmente posição ao lado de uma quadrilha de criminosos. A notícia veiculada hoje no website do Estadão, ao mesmo tempo que não me surpreende, por se tratar do PT, me entristece e me enoja, pois o descaramento do partido e a afronta aos brasileiros e às nossas instituições são algo “nunca visto na história deste país”. O PT faz chacota e ridiculariza o país e os brasileiros, e os brasileiros dão em troca seu voto a esse mesmo PT. Estamos diante de uma nação de pessoas inermes desprovidas de auto-estima, caminhando em direção à loucura generalizada e à extinção do bom senso.

Mas vejamos como será essa oficialização do apoio à bandidagem. Sabemos que acontecerá no quinto congresso do partido, marcado para a semana que vem em Brasília. Essa informação diz muito, mas muito mesmo sobre a importância que o PT e Lula estão dando à prisão dos mensaleiros. Parece que resolveram jogar pesado, pois os congressos petistas são os eventos onde a estratégia do partido para os próximos anos é passada aos militantes, que a partir daí tomam as resoluções como guia para sua ação nas comunidades, nos municípios e nos estados. O que estamos vendo acontecer não é pouco preocupante: o partido que ocupa o Governo Federal entrou em campanha oficial para sabotar e destruir o Judiciário e o Legislativo.

De acordo com a matéria, já na sexta-feira, dia 13 de dezembro, consta como programação para as dez da manhã o seguinte evento: “Solidariedade aos companheiros injustiçados”. O tom do evento será de exaltação aos mensaleiros e de ataques ao STF, especialmente ao seu presidente, o ministro Joaquim Barbosa. Tenho que dizer isso novamente: o que estamos vendo acontecer não é pouco preocupante! Temos que saber a diferença entre opiniões distintas de determinadas pessoas e discurso oficial de um partido, no caso o partido que ocupa o governo. O peso do posicionamento de todo o partido, sob a liderança do próprio Lula, que prometeu incluir no discurso de abertura do congresso o caso dos mensaleiros “injustiçados”, é muito grande, e vai fazer uma pressão sobre nossa frágil estrutura democrática, que pode vir a quebrar. A imagem de um governo totalitário vem à mente cada dia com mais facilidade – estamos prestes a passar para a fase aguda da revolução marxista pela qual o PT sempre trabalhou, e continuamos caminhando como aquelas vaquinhas que caminham para o matadouro.

Voltando ao presente, o texto-base que será usado nas mesas de discussão do congresso petista inclui basicamente duas críticas: ao sistema político-eleitoral e ao judiciário. Me chamem de louco se quiserem, mas para mim louco é quem não enxerga o óbvio: o PT fará tudo o que puder para remover os dois obstáculos que ainda impedem o partido de instaurar sua ditadura comunista no Brasil, que são o poder Legislativo e o poder Judiciário. Para destruir de vez a democracia o PT precisa destruir a tripartição de poder, e para isso irá concentrar esforços nessas duas frentes.

A primeira, a reforma política-eleitoral, é o modo que o PT acredita ser o mais fácil para acabar com o Legislativo. As propostas petistas nessa área são extremamente danosas para o sistema eleitoral, favorecendo os partidos que estão no poder, estabelecendo voto em lista fechada e levando partidos de oposição e pequenos partidos à míngua. É uma maneira velada de destruir o Legislativo, pois consiste em barrar a entrada de políticos oposicionistas, em vez de atacar diretamente a instituição Congresso/Senado. Nesse ponto, só há vantagens para o PT, pois as mudanças podem ser feitas todas “democraticamente”, através de votações no Congresso e no Senado, e que atingem também assembléias legislativas estaduais e câmaras de vereadores. É um tiro que mata diversos coelhos de uma vez só.

A segunda, a destruição do Judiciário, não pode ser feita da mesma forma, já que não há eleições para o Judiciário. Então a opção feita foi a do confronto direto, do ataque público, da calúnia e difamação de todo o Judiciário, e especialmente de seu representante máximo, Joaquim Barbosa. De acordo com o texto petista, o sistema judiciário brasileiro é “lento, elitista, pouco transparente e permeado por interesses privados”. Não há outra conclusão: o ataque começou, e como em toda a guerra, as armas mais pesadas ainda não foram usadas. Se o discurso petista já começou neste tom belicoso, o que veremos à frente é uma postura de ódio visceral e de combate a todo custo. Novamente, isso não é pouco preocupante.

Terminando, sai desse congresso o mote para a campanha de 2014, que o PT usará tanto no governo federal como em todos os lugares onde disputar a continuidade do governo: Nunca Menos! Creio que não preciso falar mais nada. Imagine um país que tenha nunca menos de PT, o que equivale a sempre mais PT: é a desgraça maior que um povo poderia ter, é o buraco para o qual estamos caminhando, é o inferno que nos envolve. Dias negros virão…

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