A arma: Paulo Freire; a munição: Karl Marx; o alvo: nossos filhos.

targetchildrenTrês semanas atrás estive com a coordenadora pedagógica de um colégio renomado do ABC paulista, entregando um trabalho de fotografia que havíamos finalizado. No final da conversa perguntei:

– Qual é a linha de ensino que vocês seguem? Tem algo a ver com Paulo Freire?

Ao que ela me respondeu, com entusiasmo:

– Sim! Nós devemos muito a Paulo Freire! Todo o nosso ensino é baseado na obra dele. Por que a pergunta?

E minha resposta sincera foi:

– É que eu odeio o Paulo Freire.

Nesse momento o rosto da mulher mudou completamente, e o seu olhar de reprovação me deu a certeza de que jamais conseguirei um trabalho deles novamente.

A estratégia da esquerda tem sido, nas últimas três décadas, o ataque direto à juventude através do sistema educacional, com a adoção de um método que destrói o pensamento crítico individual e estimula uma coletividade burra nos jovens brasileiros. Além disso, os conteúdos básicos da formação intelectual foram substituídos por um monte de lixo marxista, cuja “cereja do bolo” são as interpretações distorcidas da história e a demonização do capitalismo e dos valores de direita. E eu nem vou falar da “educação sexual”, porque senão vou passar mal e não conseguirei terminar essa postagem.

O pior é que muitos pais, provavelmente a maioria, acha que livrou seus filhos dessa doutrinação comunista ao matriculá-los em bons colégios particulares. E esses mesmos pais não veem mal algum em um colégio adotar Paulo Freire como sua linha mestra. Se você é um deles, saiba que seus filhos não estão sendo preparados para um dia ocuparem lugares de destaque na sociedade, e sim para se alinharem nas fileiras de “idiotas úteis” que servem tão bem aos governos de esquerda.

Se alguém ainda não conhece a “obra” deste senhor, não bastará para isso procurar seu nome na Wikipedia. A patrulha esquerdista já se apoderou há tempos dos verbetes que tem qualquer relação com sua ideologia, e em especial dos que falam sobre seus ídolos. Mas um estudo do que é chamado “Método Paulo Freire”, que nada mais é do que uma versão marxista da cartilha do missionário norte-americano Frank Charles Laubach (esse sim um grande educador), mostrará que o patrono da educação brasileira (lei 12.612/2012) estava interessado apenas em ensinar a luta de classes e o engodo da opressão capitalista disfarçados em alfabetização. Dessa forma, em duas ou três gerações a esquerda teria uma massa adestrada grande o suficiente para tomar o poder.

O resultado de tal estratégia está a nossa vista, ao nosso redor: um país governado pelo governo mais corrupto e cruel da história, eleito por adultos que não conseguem escrever um parágrafo em português correto, por universitários que não fazem ideia do que seja tabuada e por jovens completamente alienados, mesmo diante da maior quantidade de informação que uma geração já teve ao seu dispor. E todos, de mãos dadas na ciranda de celebração da mediocridade, seguem acreditando que o Brasil é bom, que o PT é legal e que no final tudo vai dar certo. Afinal, é assim que sempre acontece na TV.

14 comentários sobre “A arma: Paulo Freire; a munição: Karl Marx; o alvo: nossos filhos.

  1. Quem inventou a escola formadora de semianalfabetos e delinquentes juvenis foi Mao Tse Tung, um dos grandes herois do comunismo mundial. É a sinistra Revolução Cultural chinesa que permitia aos alunos ofender, xingar, ameaçar, espancar e até mesmo matar os professores. Isto foi em meados da década de 60 e durou cerca de dez anos. Com a morte de Mao, a cúpula dirigente resolveu voltar ao antigo ensino e antiga disciplina, pois o fracasso da Revolução Cultural era algo evidente. Trinta anos depois, Paulo Freire importou, com ligeiras modificações, esta aberrante farsa pedagógica e batizou-a com o nome de Escola Plural, que destruiu, em pelo menos 80%, a escola pública brasileira. A escravidão marxista ainda prevalece na China, mas a escola recuperou lá a antiga disciplina e o avanço da economia chinesa é uma realidade, apesar dos milhões de escravos. Aqui, é como você bem disse, nenhuma previsão de acabar com o charlatanismo paulofreiriano, inclusive porque a nossa rídicula “oposição” adorou a destruição da escola pública.

  2. Parabéns, Flávio Quintela. Também não acredito que uma ideologia baseada na luta de classes possa ser uma boa referência para a educação.

  3. Há muito que percebo debaterem os problemas da educação brasileira, apontarem diversos culpados: governo negligente, professores despreparados, alunos desinteressados – e nada disso deixa de ser verdade -, mas jamais vi a metodologia, ou antes, a ideologia de ensino ser questionada: Freire tornou-se um “deus” incontestável no Brasil. Porém, os números aí estão e mostram a ineficácia da pregação deste.
    Como ex-aluno da rede pública estadual de ensino, percebo que as escolas desestimulam os talentos particulares, as nossas aptidões específicas: a ideia vigente é a de que “todos sejam plenamente iguais, sempre” – isto longe da cogitação jurídica.
    Acontece que não somos todos iguais: alguns possuem habilidade para o pensamento abstrato, outros para o pensamento concreto; uns são excelentes em Matemática, outros em Português; alguns são atletas insignes, outros talentosos enxadristas. Todavia, essas habilidades nunca serão trabalhadas, incentivadas. O sistema educacional força uma “homogenia de aptidões”; uma hegemonia de pensamentos…
    O resultado disso é a formação de profissionais medianos; de pessoas que acreditam não possuírem talento, que “são como todo mundo é” e que “se todo mundo é assim, para quê mudar?”.
    Outro aspecto não muito agradável que percebo em alguns professores que tive – declaradamente adeptos de Freire – é que eles transformam a sala de aula num centro anti-capitalismo. Assim, deixam de cumprir um dever fundamental de seus papéis: integrar o aluno à sociedade em que ele vive.
    Para evoluirmos precisamos de mudança e o agente desta é o jovem que hoje é o aluno, amanhã o professor ou o empresário. Para ser capaz de construir um porvir melhor é necessário que se esteja devidamente integrado à sociedade. Porquanto, precisa-se de professores que estimulem o pensar, que ajudem seus discípulos a desenvolverem seus talentos e a capacidade de avaliar criticamente a realidade.
    A educação é alicerce de um país – e uma casa com alicerces apodrecidos tende a desabar…

  4. Existe, em português, algum tipo de “cartilha” ou livro que aborde o método de Frank Charles Laubach? Onde se pde adquiri-la?

  5. Teu posicionamento e tua posição são legítimos. Contudo, o problema não está no Paulo Freire e sim na aplicação atual do método educacional, pois se fosse realmente verdade hoje não teríamos um alto índice de desigualdade social que é a principal bandeira comunista. Por gerações estamos negligenciando a educação de base brasileira, esta com pouco investimento além do custo base (o que barra a inovação), quase inflexível em seu método (por ser centralizada e “tradicional”) e o pior sendo passada por profissionais extremamente desvalorizados que recebem menos que a média nacional para lecionar.
    O resultado disso é realmente um monte de gente semianalfabeta que não consegue entender o que está realmente escrito em um papel o que reflete inclusive na ignorância política na distorção do entendimento do significado de comunismo, capitalismo, marxismo, separação de poderes, etc., que acabam girando por sensos comuns ou opiniões de terceiros muitas vezes parciais demais. Por fim, não existe nenhum governo do mundo que seja completamente de direita e de esquerda, aliás, pela história qualquer um dos extremos se provou prejudicial à humanidade devido ao fato de geralmente ser representada por lideranças com ações autoritárias e autocráticas.
    Desta forma, a construção de governos mistos por ampla participação democrática é o melhor caminho (hoje há uma grande relação do alto nível de IDH com o maior nível de democracia entre todos os países do mundo), também por que reduz a distância entre a classe política e a população o qual gera o maior perigo para uma revolta da sociedade. Entretanto, para isso seja uma realidade deve que existir um bom investimento em educação que atraia mais gente qualificada para ela formar novos cidadãos com pensamento crítico que vão escolher o melhor para o país com base no contexto vigente em um processo democrático, seja para ações mais para a esquerda como para a direita econômica.

  6. Comecei minha carreira justamente quando essa coisa de Paulo Freira começou e também já achei que prestava, mas agora caí na real e estou até sendo criticada por criticar esse comunista. Antes tarde do que nunca!

  7. Infelizmente é o que esta a nossa vista, porem, a grande maioria do nosso Brasil esta com uma venda nos olhos.Mas, no que depender de mim , eu estou tentando ajudar as pessoas a sairem deste atoleiro mental.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s